Mostrando postagens com marcador credito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador credito. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Itaú libera R$ 5,2 bi para pequena e média empresas

A liberação dos recursos tem como objetivo, conforme o banco, atender ao aumento de demanda característico no final do ano por parte deste público

Itau Unibanco, na Paulista
Wikimedia Commons
O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira, 15, a abertura de uma linha de crédito de R$ 5,2 bilhões para a pequena e média empresa (PME), segundo comunicado obtido pelo Broadcast. A liberação dos recursos tem como objetivo, conforme o banco, atender ao aumento de demanda característico no final do ano por parte deste público.

O montante a ser liberado pelo Itaú está disponível em limites pré-aprovados para capital de giro, que possibilita aos clientes fazerem frente a desembolsos tradicionais nesse período, como pagamento de 13º salário, mão de obra extra.

Os contratantes da linha anunciada hoje terão até 60 dias para pagamento da primeira parcela e até 48 meses para quitação do empréstimo. O Itaú destaca, contudo, que as condições variam conforme as garantias e características de cada negócio.

"O aumento da demanda por crédito no quarto trimestre é uma característica das PMEs por serem empresas mais suscetíveis às sazonalidades de mercado. E, por geralmente possuírem uma estrutura bastante enxuta, esses grupos tendem a procurar linhas mais rápidas e de contratação simplificada", diz Carlos Eduardo Maccariello, Diretor de Produtos Empresas do Itaú Unibanco, em nota ao Broadcast.

Além do Itaú, outros bancos também estão abrindo linhas de crédito destinadas às PMEs no segundo semestre dê olho no aumento da demanda por parte deste público. No mês passado, Bradesco e Santander fizeram o mesmo. O Bradesco abriu duas linhas de crédito num valor total de R$ 3 bilhões, com taxa mínima cobrada é de 1,78% ao mês e o limite máximo de operação é de R$ 100 mil.

Já o Santander informou que pretende disponibilizar R$ 2 bilhões para apoiar pequenas e médias empresas no pagamento do 13% salário. As taxas líquidas cobradas nessa linha partem de 1,07% ao mês.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Bradesco abre R$ 3 bi em crédito para micro e pequenas

A taxa mínima cobrada é de 1,78% ao mês e o limite máximo de operação é de R$ 100 mil

Agência do Banco Bradesco
Egberto Nogueira/ Imafotogaleria
O banco Bradesco disponibiliza a partir desta segunda-feira, 23, na sua rede de agências duas linhas de crédito num valor de R$ 3 bilhões para financiar o crescimento, modernização, produtividade e o capital de giro das micro e pequenas empresas, conforme nota enviada ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado. A taxa mínima cobrada é de 1,78% ao mês e o limite máximo de operação é de R$ 100 mil.

Dentre as facilidades incluídas nas linhas abertas hoje está, conforme o Bradesco, carência de até 90 dias para o empresário pagar a primeira parcela. Uma delas é a Giro Simples Bradesco, indicada para micro e pequenas empresas que desejam reforçar seu fluxo de caixa. Além de carência de até 90 dias para o pagamento da primeira parcela, o prazo de financiamento é de até 36 meses.

A outra linha disponibilizada é a CDC Flex Bradesco, crédito destinado a aquisição de bens, inclusive equipamentos usados não contemplados pelas linhas tradicionais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O empreendedor poderá financiar até 70% do bem e, neste caso, o prazo poderá chegar até 48 meses.

"A economia brasileira é dinâmica e apresenta condições favoráveis para o surgimento de novos empreendedores. É preciso financiar e prestar consultoria a eles. Queremos apoiar o crescimento das micro e pequenas empresas brasileiras", diz o diretor executivo do Bradesco, Altair Antonio de Souza, por meio de nota.

O Bradesco tem hoje 1,4 milhão de clientes neste segmento, o que representa 92% do número de clientes pessoa jurídica. No segundo trimestre deste ano a carteira de micro, pequenas e médias empresas do banco cresceu 3,5% ante os três meses anteriores e 11,2% na comparação anual, totalizando R$ 121,138 bilhões. Apesar do aumento na liberação de recursos, a inadimplência do segmento baixou no período, de 4,2% no primeiro trimestre para 4,0% no segundo. Em um ano, a queda também foi de 0,2 ponto porcentual.