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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

iOS 7 com novo design e novos recursos já está disponível

Por Eric Colombo

Na tarde desta quarta-feira, 18 de Setembro, a Apple disponibilizou a atualização de seu sistema operacional, o iOS 7.

Divulgação/Apple

Veja as novidades do novo iOS.


Novo Design

A principal e maior mudança no sistema, é o seu design, vemos desenhos mais claros e limpos, com efeitos chapados em 2D e não em 3D como todas as outras versões do sistema.
Segundo o site do novo iOS, o objetivo foi criar uma experiência simples, prática e divertida, mantendo as características amadas pelos usuários. Algumas barras e botões desnecessários, foram excluídos do novo iOS, ampliando a visão de conteúdo, que é o mais importante, segundo o site.

O iOS foi criado para atender o usuário, possui interações dinâmicas, animações de alta qualidade e promete uma experiência viva e intensa, porém natural. O sistema promete compreensão, em apenas um único olhar.


Novos Recursos

Novos recursos foram incluídos na nova versão do sistema operacional, entre eles, uma Central de Controle, AirDrop e multitarefa mais inteligente.

Central de Controle

Com a Central de Controle, o usuário terá acesso rápido aos comandos e aplicativos que são mais utilizados. Para isso, basta deslizar para cima a tela, em qualquer uma delas, até mesmo na tela de bloqueio. Na Central de Comando, é possível habilitar modo avião, habilitar e desabilitar Wi-Fi, bluetooth, não perturbe, ajustar o brilho da tela, reproduzir, pausa e pular para outra música, poderá utilizar de forma rápida do cronômetro, da calculadora e da câmera,  além de utilizar também da nova lanterna.

- Central de Notificações

A Central de Notificações, irá te informar sobre novos e-mails, as chamadas perdidas, lembretes, entre outras coisas. Um novo recurso chegou a Central de Notificações do iOS 7, o recurso Hoje, trás um resumo do dia de hoje, como seu próprio nome diz. Você irá visualizar o aniversário de um amigo, de festas e eventos para esse dia, além de lembretes como, "não esquecer as chaves" ou "levar meu guarda-chuva". Poderá também ver, o que tem para amanhã. Para acessar a Central de Notificações, basta deslizar qualquer tela, até mesmo a tela bloqueada.

Com um novo recurso, o usuário verá alertas perdidos, filtrados por todos, ou apenas das últimas 24 horas.

- Multitarefa

O recurso multitarefa foi renovado, e agora ele possui maior inteligência. O iOS, cria parâmetros como dia, horário e frequência em que o usuário utiliza de seus apps, atualizando o conteúdo dos mesmos, antes do usuário abrir ele.

Para visualizar os apps já abertos, o comando é o mesmo, basta pressionar o botão home duas vezes, porém, para fechar o app, o comando sofreu uma alteração e se tornou mais simples, basta arrastar o app para fora da área de visualização.

- Câmera

Ao abrir a câmera do novo iOS, é apresentado na frente e no centro, todos os formatos de fotos disponíveis, que são, normal, vídeo, panorama e o novo formato, o quadrado. Outra novidade na câmera, são os filtros, para o aumento de contraste, dar um visual retrô, ou transforma-la em preto e branco. É possível aplicar o filtro, antes ou após capturar a imagem.

- AirDrop

Com esse novo recurso, enviar uma foto para alguém que está ao seu lado se tornou mais fácil, para isso não é mais necessário enviar um e-mail ou uma mensagem de texto com o arquivo para o compartilhamento. Para isso basta o AirDrop, por meio dele você pode enviar fotos, vídeos, contatos e tantas outras coisas que quiser, de forma fácil e rápida, por meio do botão compartilhar em qualquer app que o possua. O envio de arquivos no AirDrop é feito via Bluetooth e Wi-Fi. O compartilhamento é feito para uma, ou mais pessoas, basta selecionar com quem deseja compartilhar.

Enfim, o novo iOS 7, nos trás uma infinidade de novos recursos e funções. Ao todo, são 200 novidades. Acesse o site e conheça mais.

O iOS 7 está disponível para iPhone 4 e posteriores, iPad 2 e posteriores, iPad Mini e iPod Touch (5ª Geração).

E você, já atualizou o seu?

terça-feira, 13 de agosto de 2013

iPad 5 já está sendo fabricado e parece o iPad mini, diz WSJ

O iPad 5 já está sendo fabricado na Ásia e deve ser mais fino e mais leve que o iPad 4, com aspecto similar ao do iPad mini, diz o Wall Street Journal
iPad mini e iPad 4, da Apple
Divulgação

A Apple já iniciou a produção do iPad 5, diz o Wall Street Journal, que também confirma que o novo iPad de 9,7 polegadas terá aspecto visual mais parecido com o do iPad mini, como já vinha sendo antecipado. 

O jornal diz que a mesma tecnologia de tela de cristal líquido que torna o iPad mini fino e leve será usada no iPad 5. A tela desses tablets tem três camadas. Sobre o display que forma as imagens ficam os sensores de toque e, acima deles, o vidro protetor.

A IHS iSuppli, que desmontou o iPad mini para analisá-lo, constatou que ele possui sensores de toque dispostos sobre uma espécie de filme plástico, em vez de vidro como acontece no iPad 4. O resultado é que a tela do iPad mini é mais fina e mais leve que a de seu irmão maior.

O Wall Street Journal afirma que o iPad 5 também terá sensores com base de filme plástico. Rumores anteriores indicam que o novo tablet de 9,7 polegadas da Apple também terá moldura mais fina em torno da tela, como o iPad mini.

Ainda não se sabe quando a Apple vai apresentar o iPad 5. É bastante provável que isso aconteça em outubro. Ontem, o site All Things D divulgou que a empresa da maçã vai realizar um evento em 10 de setembro para apresentar novos modelos do iPhone.

Nesse evento, ela deve anunciar o iPhone 5S, mais avançado que o atual iPhone 5, e também o iPhone 5C, um modelo mais barato criado para substituir os atuais iPhone 4 e 4S. Informações não oficiais indicam que o iPhone 5C será construído em plástico e oferecido em diversas cores.

Se esses rumores se confirmarem, a Apple passará a ter três smartphones em diferentes faixas de preço: iPhone 5C, iPhone 5 e iPhone 5S. O iPhone 4 e o 4S devem ser descontinuados.

Parece improvável que Tim Cook e sua turma apresentem os novos modelos do iPhone e do iPad no mesmo evento. A Apple sempre foi hábil em marketing. Ela deve realizar dois eventos separados, de modo a explorar ao máximo o interesse trazido pelos lançamentos.

Assim, outubro é um bom palpite para a data de lançamento do iPad 5. Junto com ele, há boas chances de a Apple apresentar um novo iPad mini. Segundo relatos, as novidades no mini devem se resumir a melhoramentos internos. O desejado iPad de 7,9 polegadas com tela Retina não deve ser lançado neste ano.

Há grande expectativa sobre esses lançamentos da Apple. As vendas da empresa têm caído e a falta de novos produtos parece ser a principal razão para isso. Dados da IDC indicam que, no segundo trimestre, tanto o iPhone como o iPad perderam espaço para os concorrentes com o sistema Android. 

Em smartphones, a participação da Apple, que era de 16,6% um ano atrás, caiu para 13,2% no segundo trimestre deste ano. A empresa teve crescimento de 20% nas vendas em um ano. Mas o mercado total de smartphones cresceu 51,3%. 

Com o iPad, não foi diferente. As vendas mundiais de tablets caíram 9,7% no segundo trimestre, diz a IDC. E a principal razão para isso é o fato de a Apple, líder desse mercado, não ter revelado um novo modelo no primeiro semestre, como fez em anos anteriores.

As vendas do iPad caíram 14% do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Na análise da IDC, a queda é sazonal e a Apple deve se recuperar, ao menos parcialmente, quando tiver novos produtos.

Mesmo assim, Samsung e outros fabricantes de dispositivos com Android devem ter comemorado o avanço sobre o território da rival.

Magoo aposta no crowdfunding para telas 3D do iPad Mini

Magoo3D-iPad2
INFOlab

Magoo é o nome de uma tela que sobrepõe a tela do Apple iPad, da primeira a quarta geração, para oferecer um efeito de 3D em imagens e vídeos. A técnica de exibição não é nova, mas a empresa brasileira foi a primeira do gênero para o tablet.

A Magoo agora quer levar a tela para o iPad Mini, construída com uma membrana própria. E para isso colocou a meta 150 telas vendidas antecipadamente pelo preço de 105 reais. Se a meta for atingida ou ultrapassada a tela será produzida. Explicando porque a Magoo decidiu não procurar o apoio de outro plataforma de crowdfunding, colocando a campanha em seu próprio site, André W. Zanuto, um dos fundadores da Magoo, respondeu: “Não escolhemos o modelo brasileiro devido a alta tributação. O catarse pede 13% sobre o valor total. O Kickstarter não aceita projetos brasileiros”.

Para usar a tela há um aplicativo específico chamado Magoo 3D. Ele oferece pouco conteúdo próprio, mas dá acesso a Youtube e Instagram, além de fotos e vídeos que você tem no aparelho.

Espessura-Magoo-3D-iPad2
INFOlab

A tecnologia por trás da tela é um efeito de óptica conhecido como barreira de paralaxe. Grosso modo, esta técnica consiste em dividir os pixels da tela em duas imagens distintas, com ângulos de visão diferentes para cada olho. Seu cérebro ao reconstruir a imagem, acaba fazendo cálculos de profundidade de campo e a sensação é estar vendo uma imagem em terceira dimensão. Os primeiros estudos de barreira de paralaxe tem mais de 100 anos e tudo começou na mão dos pesquisadores Auguste Berthier e Frederic E. Ives. É claro que esta abordagem foi aprimorada com o tempo e ainda é muito utilizada em TVs e consoles portáteis.

O maior problema desta abordagem é o efeito conhecido como crosstalk. Onde o limiar de imagem de um olho se sobrepõe com o limiar de imagem do outro. Há uma degradação na qualidade da exibição. Isto piora com alto contraste. Portanto, se pretende usar esta tela, nunca deixe o brilho no máximo (não pelo efeito do brilho, mas pela percepção do contraste). Outro detalhe é que você notará que conteúdo preparado para este 3D passivo terá um efeito de profundidade mais pronunciado. Imagens não preparadas tem um efeito parecido com adesivos holográficos (os conhecidos “Tazos”, febre na década de 90).

Veja o vídeo dos criadores:

terça-feira, 30 de julho de 2013

Apple despenca no mercado de tablets mundial

A participação dos dispositivos com sistema operacional Android no mercado global no segundo trimestre disparou em comparação ao mesmo período do ano passado

iPad mini chega ao Japão
REUTERS

Novos números revelam que a maré do mercado de tablets se virou contra a Apple. A participação dos dispositivos com sistema operacional Android no mercado global no segundo trimestre disparou em comparação ao mesmo período do ano passado.

Enquanto isso, a fatia da Apple despencou de uma posição de quase metade do mercado para menos de um terço. Os dados são da consultoria Strategy Analysts.

Os tablets com Android, de marcas como Samsung, Google Nexus e Sony, mas também de uma série de marcas menores e com preços reduzidos, foram responsáveis por 67,2% do mercado global no segundo trimestre de 2013.

No mesmo período em 2012, respondiam por 51,4%. Já o sistema iOS, de aparelhos da Apple como o iPad e o iPad Mini, caiu de uma posição de 47,2% no segundo trimestre de 2012 para 28,3% na mesma época este ano. Em números de unidades vendidas, o que era quase empate se tornou franca desvantagem para a Apple.

No segundo semestre de 2012, tablets da Apple venderam 17 milhões de unidades, ante os 18,5 milhões de modelos Android. Um ano depois, foram 14,6 milhões de iPads contra 34,6 milhões do sistema rival.

As vendas totais de tablets no mundo alcançaram 51,7 milhões de unidades, um aumento de 43% em relação aos 36,1 milhões do segundo trimestre em 2012. Na mesma pesquisa da Strategy, tablets com sistema operacional Windows subiram sua participação de 0,5% para 4,5%.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Apple apresenta o Logic Pro X

Por Eric Colombo

No ultimo dia 16, a Apple lançou o Logic Pro X, uma versão mais avançada do Logic Pro. 

APPLE


O Logic Pro X vem com uma nova interface, criada para simplificar o processo de criação de músicas de alta qualidade e desenhado para profissionais, traz novas ferramentas de criação para músicos, além de mais instrumentos e efeitos.

Um dos recursos que ganha destaque no Logic Pro X é o Drummer, que oferece um percussionista virtual que acompanha automaticamente sua música, em diversos estilos e técnicas de bateria. Outro função do aplicativo, o Flex Pitch, auxilia o profissional na edição integrada de tons para gravação de áudio.

O Logic Pro X traz também uma coletânea de novas ferramentas de criação, para composição e produção musical. O Drummer fornece trilhas de bateria realistas, que respondem ao seu comando e podem fornecer milhões de ritmos exclusivos para gêneros como rock, alternativo, composição e R&B. A base de atuações do Drummer, têm alguns dos maiores músicos e engenheiros de som, entre eles o lendário mixador e produtos Bob Clearmountain, que trabalhou com os lendários Rolling Stones, Bruce Springsteen e David Bowie.

A Apple também lançou um aplicativo para iPad chamado, Logic Remote, é uma nova forma de executar e controlar o Logic Pro X, fornecendo aos músicos a praticidade de criar e mixar suas músicas de qualquer lugar.

O Logic Remote é uma maneira de ampliar o poder criativo do Logic, usando seu iPad. Por meio do Logic Remote, o usuário poderá gravar, mixar, e até mesmo tocar instrumentos no Logic Pro X, onde quer que ele esteja no ambiente, transformando seu iPad em um teclado, drum pad, escala, mesa de mixagem ou um controle de transporte de mixagem.

Foi lançada também um atualização para o MainStage, o MainStage 3, é o aplicativo do Logic Pro X para apresentações ao vivo, transformando o Mac em uma plataforma que facilita levar os sons do estúdio para o palco.

Tanto o Logic Pro X, como o MainStrage 3 estão disponíveis para compra na Mac App Store por US$ 199,99 e US$ 29,99 respectivamente. Já o Logic Remote, está disponível para download gratuito na App Store.

O Logic Pro, foi desenvolvido pela Emagic e comprado pela Apple em 2002, é um software profissional de áudio, uma estação de trabalho áudio digital, que tem como funções a de gravar, editar e reproduzir áudio digital.


FONTE: apple.com

iPad mini 2 não terá tela Retina, mas será redesenhado

Em novo relatório, consultoria aposta que próximo tablet de 7,9 polegadas seguirá com a tela atual, mas terá chip mais poderoso e contará com novo design

Mulher segura iPad mini
REUTERS

Os rumores acerca do lançamento do iPad mini 2, da Apple, voltaram a surgir nesta semana. De acordo com informações publicadas na manhã de hoje pela consultoria NPD DisplaySearch, é possível que, antes que seja anunciada uma versão do tablet equipada com a tela de altíssima definição, um iPad mini redesenhado chegará às prateleiras.
Segundo o analista Richard Shim, o próximo tablet de 7,9 polegadas da Apple seguirá com a resolução atual em sua tela, 1.024x768, mas terá uma importante atualização: virá com um processador mais poderoso, o A6.
Sem detalhes em relação às dimensões, o analista se limitou a dizer que, ao invés de 7,2 milímetros de espessura, o iPad mini 2 terá um design mais “fino”.
Em relação à tela Retina, as atuais informações contradizem relatórios anteriores publicados pela própria NPD DisplaySearch e vão contra as apostas de outros analistas.
No início de maio, a consultoria soltou um documento no qual dizia o contrário: iPad mini com tela Retina chegaria ao mercado ainda em 2013 e a outra versão do tablet, equipada com o novo processador A6, apareceria em 2014.
Ming Chi-Kuo, por exemplo, da KGI Securities, é um dos que acredita que o lançamento do iPad mini 2 com tela Retina é iminente e deve acontecer no segundo semestre de 2013. Já Paul Semenza, também da NPD DisplaySearch, vai além e diz que a densidade de pixels oferecida pela tela Retina que virá no iPad mini 2 será superior a do iPad de 9,7 polegadas: 324 contra 264 ppi (pixels por polegada). 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Apple pode oferecer iWork de graça para iPhone, iPad e Mac

iWork é considerado o “Microsoft Office” da Apple. Hoje, cada app custa 9,99 dólares no iOS e 19,99 dólares em Macs, mas podem virar gratuitos ainda em 2013

App Numbers, do iWork, em iPhone e iPad

A Apple pode estar se preparando para lançar um duro golpe sobre sua rival, a Microsoft. De acordo com rumores do site 9to5 Mac, especializado em notícias sobre a maçã, a empresa do falecido Steve Jobs pode anunciar, em breve, a oferta gratuita do pacote de aplicativos de produtividade iWork, o Microsoft Office da Apple.
O iWork é formado pelo app Numbers, que produz planilhas tal qual o Excel, o Pages, que funciona como o Word, e o Keynote, que, assim como o PowerPoint, pode ser usado na produção de apresentações. Atualmente, cada um deles custa 9,99 dólares para iOS ou 19,99 dólares para Mac.
Já no que diz respeito à presença da Microsoft nos dispositivos da Apple, a estratégia da maçã, se confirmada, irá incomodar a empresa fundada por Bill Gates.
Sem qualquer versão para iPad, a Microsoft oferece três tipos de pacotes Office para Macs e por preços que variam entre 99 e 219 dólares por ano. Para iPhone, a empresa conta com apenas uma versão compatível para usuários do Office 365.
Ao passar a oferecer o iWork de graça, portanto, a Apple estaria dando um motivo a mais para que seus usuários sigam comprando iPad e um a menos para que adquiram um tablet com Windows. A ideia ainda não passa de especulação, mas a equipe do 9to5 Mac parece confiante de que ela se concretizará.
O motivo de tanta “quase certeza” do site surgiu a partir de indícios vindos da própria Apple durante a sua conferência anual para desenvolvedores, a WWDC. No evento, a empresa anunciou que o iWork estaria em breve disponível no iCloud, serviço gratuito de armazenamento na nuvem, e que ganharia novas versões de cada um dos apps. Atualmente, o funcionamento do pacote de produtividade já está sendo testado no serviço.
“Faz sentido que a Apple inclua novos apps gratuitos ao iWork ou que faça com que o pacote seja completamente grátis para novos consumidores”, resumiu o site. No Twitter, quando perguntado por um leitor sobre o assunto, um dos editores do 9to5 Mac se limitou a dizer que “não compraria (o iWork) antes de setembro”. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Dependência da Samsung ainda é dilema para a Apple

A Apple está descobrindo que não é fácil se livrar da Samsung.
Uma prova disso é o esforço dela para encontrar outra empresa, que não sua feroz concorrente Samsung Electronics Co., para fazer os chips que são o cérebro dos seus iPads e iPhones. Em junho, depois de anos de atrasos por problemas técnicos, a Apple fechou acordo com a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. para que esta fabrique alguns desses chips a partir de 2014, disse um executivo da TSMC.
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Apesar do acordo, a Samsung seguirá sendo o principal fornecedor até o fim do ano que vem, disse um desses executivos.
A Apple é um dos maiores clientes da Samsung para processadores e chips de memória. Mas elas concorrem diretamente no mercado de telefones celulares e passaram boa parte dos últimos dois anos brigando nos tribunais por causa de patentes. Nenhuma das empresas quis comentar.
Há dez anos, elas eram parceiras ideais. Aí a Samsung começou a lançar os smartphones que hoje ultrapassam o iPhone em vendas. Ao longo do último ano, os executivos da Apple expressaram preocupação com sua dependência da Samsung, que reduz o poder de negociação da Apple e sua capacidade de usar tecnologias diferentes, segundo pessoas que conversaram com executivos da Apple.
A Apple cortou algumas compras da concorrente sul-coreana. Ela não compra mais da Samsung as telas do iPhone e diminuiu as compras das telas do iPad, dizem fornecedores. A Apple vem comprando mais chips de memória flash — componente essencial para o armazenamento de dados — de outros fabricantes, dizem ex-executivos da Apple e funcionários de outros fornecedores de chips.
Mas a Apple continua muito dependente da Samsung. O microprocessador que controla os iPods, iPhones e iPads é feito pela coreana. Alguns iPads novos ainda usam telas da Samsung, segundo exames feitos por especialistas.
O dilema da Apple é que a Samsung é a maior fabricante de alguns dos mais sofisticados componentes de que ela precisa.
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As alternativas da Apple "não são boas, por isso eles continuam comprando da Samsung", diz Michael Marks, que ensina um curso sobre cadeias de suprimento na Faculdade de Pós-Graduação em Administração da Universidade de Stanford e é presidente do conselho da SanDisk Corp., que vende chips de memória para a Apple. Além disso, o setor de tecnologia tem hoje poucas grandes empresas com quem fazer parcerias.
O acordo feito pela Apple em junho para começar a comprar chips da TSMC é um marco. A Apple há muito queria fabricar seus próprios processadores e comprou uma empresa de chips em 2008 para começar a projetar ela mesma seus chips. Mas seguiu contando com a Samsung para produzi-los.
Em 2010, a Apple e a TSMC começaram a discutir uma parceria para a fabricação de chips, dizem executivos da TSMC. Em 2011, a Apple pediu para investir na TSMC ou que a empresa dedicasse parte de suas instalações à produção dos chips da Apple, dizem os executivos. O presidente da TSMC, Morris Chang, recusou ambos os pedidos porque a companhia queria conservar sua independência e flexibilidade na fabricação, dizem.
A TSMC pretende começar a produzir os chips em massa no início de 2014 usando tecnologia avançada de 20 nanômetros que deve reduzir o tamanho e o consumo de energia deles.
A Apple não é a primeira a ver uma feliz parceria se transformar em concorrência. Em 1980, a gigante dos chips Intel Corp. aceitou compartilhar sua tecnologia com a Advanced Micro Devices Inc. Depois, a AMD se tornou uma grande concorrente e a Intel passou anos tentando desfazer o acordo.
A Samsung tem razões para manter viva sua relação com a Apple. A expectativa era de que as encomendas da Apple para a Samsung deveriam atingir US$ 10 bilhões em 2012, diz Mark Newman, analista da Sanford Bernstein em Hong Kong. Isso representa uma fatia significativa dos 67,89 trilhões de wons (US$ 59,13 bilhões) que a Samsung teve com o negócio de componentes, que inclui chips e telas. O processador da Apple, do qual a Samsung é hoje a única fornecedora, respondeu por US$ 5 bilhões das compras em 2012, calcula Newman.
A séria relação entre a Apple e a Samsung remonta aos primeiros tocadores de música iPod, na década de 2000. Durante os primeiros anos, os iPods usaram pequenos discos rígidos para armazenar músicas. Mas a Apple queria usar chips de memória flash, que eram mais confiáveis e consumiam menos energia.
O problema é que esses chips custavam caro e os preços podiam ter grandes oscilações. À medida que a demanda pelo iPod disparava, a Apple assinarou um acordo com a Samsung para garantir o fornecimento, segundo pessoas a par da estratégia. Os primeiros iPod Shuffle da Apple com memória flash chegaram às lojas em 2005. A Samsung depois passou a fabricar também os processadores do iPhone, lançados em 2007.
A Apple não estava alheia às ambições da Samsung de concorrer com ela, dizem ex-executivos. A Samsung comunicou à Apple que havia estruturado seu negócio de modo a manter os dois lados separados e prometeu impedir que trocassem informações, dizem ex-executivos e outras pessoas a par do assunto.
Alguns executivos da Apple não gostavam de enriquecer um lado do negócio da Samsung enquanto o outro atacava a empresa americana. Compartilhar com ela informações sobre as previsões de negócios era especialmente doloroso, dizem ex-executivos.
Em 2008, a Apple tirou da Samsung uma parte maior das suas compras de memórias flash, dizem ex-executivos e outras pessoas a par da estratégia. A Apple anunciou em 2009 um pagamento adiantado de US$ 500 milhões à Toshiba Corp. para fornecimentos de memórias flash.
A iniciativa deu resultado. A Samsung, que há cinco anos fornecia grande parte dos chips de memória flash da Apple, hoje responde por menos de 10%, estima Newman, da Sanford Bernstein.
A Apple deixou de usar telas da Samsung no iPhone 4, lançado em 2010. A empresa americana ajudou a Sharp Corp. e a Toshiba Corp., que também fazem telas, a expandir suas fábricas, segundo pessoas a par da situação.
Outras tentativas de alijar a Samsung falharam. Em 2011, quando a Apple estava projetando a terceira geração do iPad, ela pediu à Sharp para produzir as novas telas de alta resolução, diz uma pessoa próxima à companhia japonesa. Mas no lançamento, em março de 2012, a maioria dos aparelhos tinha tela da Samsung. A Sharp teve dificuldades para produzir as telas em massa, diz outra pessoa próxima da empresa.
Em março, a Samsung fechou a compra de uma participação de 3% na Sharp e um acordo para comprar mais telas de LCD dela. O negócio tornará a Samsung o quinto maior acionista da Sharp e também um importante cliente, possivelmente limitando o poder de barganha da Apple.

Matéria publicada em http://ads.tt/77RD

sexta-feira, 21 de junho de 2013

iPad mini chega ao Brasil na próxima terça-feira

O iPad mini, lançado pela Apple no ano passado, chega oficialmente no Brasil nesta terça-feira, 25 de junho

iPad mini

Demorou, mas o iPad mini, que a Apple anunciou em outubro do ano passado, finalmente será lançado no Brasil. O tablet estará disponível a partir da próxima terça-feira, dia 25. A informação apareceu nesta manhã em sites de lojas online como Fnac, Ponto Frio e Extra.

O iPad mini já é encontrado em algumas lojas, mas chega via importação direta, sem o aval e a garantia da Apple. Agora, ele deve ser vendido oficialmente, supostamente com fabricação no Brasil. Nenhuma das lojas que anunciaram o tablet divulgou o preço. Nossa estimativa é que comece em torno de 1.200 reais.
O tablet de 7,9 polegadas da Apple tem tela de resolução convencional (não Retina) e usa o mesmo processador A5 do veterano iPad 2. Mais fraquinho que o iPad 4, o mini é também mais barato. Nos Estados Unidos, enquanto o iPad 4 mais simples custa 499 dólares, o preço do iPad mini começa em 329 dólares, 34% menos. 
Graças ao preço e à conveniência, o pequeno tablet faz enorme sucesso. O tamanho reduzido e o peso de pouco mais de 300 gramas permitem segurá-lo com uma só mão sem cansar o braço. Ele agrada especialmente às mulheres por ser mais prático que o iPad 4 para carregar na bolsa.
Uma estimativa da empresa NPD DisplaySearch indica que 63% dos tablets vendidos pela Apple neste ano serão iPad mini. A conta foi feita com base em informações de empresas asiáticas que fornecem a tela e outros componentes para o tablet.
No mercado internacional, a expectativa, agora, é pela chegada da segunda geração do iPad mini. A Apple deve anunciá-la em algum momento no segundo semestre. O novo modelo deve trazer processador mais potente e retoques no design. Mas o desejado iPad mini com tela Retina talvez não vire realidade tão cedo.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

iPad mini 2 não terá tela Retina, mas será redesenhado

Em novo relatório, consultoria aposta que próximo tablet de 7,9 polegadas seguirá com a tela atual, mas terá chip mais poderoso e contará com novo design

Mulher segura iPad mini

Os rumores acerca do lançamento do iPad mini 2, da Apple, voltaram a surgir nesta semana. De acordo com informações publicadas na manhã de hoje pela consultoria NPD DisplaySearch, é possível que, antes que seja anunciada uma versão do tablet equipada com a tela de altíssima definição, um iPad mini redesenhado chegará às prateleiras.
Segundo o analista Richard Shim, o próximo tablet de 7,9 polegadas da Apple seguirá com a resolução atual em sua tela, 1.024x768, mas terá uma importante atualização: virá com um processador mais poderoso, o A6.
Sem detalhes em relação às dimensões, o analista se limitou a dizer que, ao invés de 7,2 milímetros de espessura, o iPad mini 2 terá um design mais “fino”.
Em relação à tela Retina, as atuais informações contradizem relatórios anteriores publicados pela própria NPD DisplaySearch e vão contra as apostas de outros analistas.
No início de maio, a consultoria soltou um documento no qual dizia o contrário: iPad mini com tela Retina chegaria ao mercado ainda em 2013 e a outra versão do tablet, equipada com o novo processador A6, apareceria em 2014.
Ming Chi-Kuo, por exemplo, da KGI Securities, é um dos que acredita que o lançamento do iPad mini 2 com tela Retina é iminente e deve acontecer no segundo semestre de 2013. Já Paul Semenza, também da NPD DisplaySearch, vai além e diz que a densidade de pixels oferecida pela tela Retina que virá no iPad mini 2 será superior a do iPad de 9,7 polegadas: 324 contra 264 ppi (pixels por polegada).