sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Aplicativo promete reinventar a experiência do futebol

Em um estádio virtual, Vubooo propõe uma maior interação entre os torcedores, em tempo real

vubooo

Outro dia a gente falou por aqui sobre Mobilizing The 12th Man, uma ação que permitiu que os torcedores do C.S. Hammam-Lif estivessem virtualmente presentes em uma partida decisiva do time, na Tunísia. Se você é fã de futebol e ficou imaginando como seria ter um aplicativo destes para usar naqueles jogos em que você gostaria de ir, uma alternativa é o Vubooo, que promete “reinventar a experiência do futebol”. A versão oficial, que ganha uma nova interface, deve ser lançada ainda este mês.

Apesar do nome estranho – que soa como vodu, mas nada mais é do que uma combinação de vuvuzela e a onomatopeia ”boo” -, a ideia é criar uma maior interação em tempo real entre os torcedores, em um estádio virtual especialmente criado para isso, com foco maior na comunicação visual.

Entre os destaques do aplicativo, é possível arriscar palpites do placar final das partidas, distribuir cartões amarelos e vermelhos, expressar os sentimentos diante de uma jogada, entre outras possibilidades. Isso sem contar que é uma forma diferente de se acompanhar o jogo pela internet, já que as atualizações são feitas em tempo real.

O grande teste foi na semifinais da UEFA Champions League - foram mais de 200 mil interações durante os jogos -, mas os fundadores e fãs declarados do Barcelona Itav Topaz e Alon Har-Tal parecem já estar de olho na Copa de 2014. Segundo Itav, o aplicativo comprovou ser 3x mais engajador que oTwitter, mas resta saber se vai cair no gosto dos brasileiros.

O aplicativo oficial estará disponível para download somente para iOS, mas antes que o mi-m-imi comece, a gente descobriu que a versão beta paraAndroid foi atualizada recentemente e continua disponível na Google Play. Pelo menos por enquanto, é gratuito para os dois sistemas.

Apple estaria negociando com ESPN e HBO conteúdo para iTV

Segundo site, Apple teria desistido de conversar com empresas de TV a cabo sobre o fornecimento de conteúdo para sua suposta televisão, indo direto às emissoras

Desenho mostra como poderá ser o televisor iTV, da Apple
Guilherme Schasiepen

A Apple parece ter se cansado negociar em vão o fornecimento de conteúdo para seu suposto aparelho de televisão com empresas de TV a cabo. Segundo informações publicadas nesta quinta-feira pelo site Quartz, a maçã teria agora optado por conversar diretamente com estúdios e emissoras nos Estados Unidos. A lista contaria com nomes como ESPN, HBO e Viacom.

Sem detalhes acerca de quão avançadas tais conversas de fato estão, o site alega ter ouvido de fontes que a atual estratégia da Apple poderia ser a de formar o seu próprio serviço de televisão paga. A diferença é que entregaria conteúdo diretamente via internet e em um aparelho desenhado pela própria empresa.

iTV

Desde a publicação da mais famosa biografia de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, o mundo especula acerca de quando, afinal, será lançada a iTV, a televisão da Apple. Os últimos rumores sobre o assunto dão conta de que a empresa já teria encomendado telas em resolução Ultra HD à Sharp e a LG.

Segundo a obra de Isaacson, Jobs dizia que desejava fazer pelas televisões o que havia feito pelos computadores. Sua ideia era a de torná-las mais simples, elegantes e que fosse totalmente integrada com outros dispositivos da Apple.

O livro dá a entender que, antes de morrer, o ex-CEO havia conseguido encontrar uma maneira de trazer a iTV para a realidade. Até agora, contudo, nenhum tipo de manifestação oficial foi divulgada pela Apple.

Patente do Google liberará smartphones do uso senhas em casa

Novo método de proteção de smartphones e tablets usará a localização do dispositivo como base para determinar o grau de segurança necessário

Pessoas usando smartphones
Getty Images

O Google registrou o pedido de patente de um novo método de proteção de smartphones e tablets. De acordo com o documento, divulgado primeiro pelo site Engadget, a tecnologia usaria a localização do dispositivo como base para determinar o grau de segurança necessário.

De acordo com a patente, o sistema não irá solicitar ao usuário nenhum tipo de informação em relação à sua localização. Mas avaliará, automaticamente, os lugares mais frequentes do dispositivo com base na quantidade de autenticações bem sucedidas. Quando em locais desconhecidos ou menos familiares, o dispositivo tornará o processo mais seguro.

Ainda segundo o documento, usuários também terão o poder de definir o grau de proteção desejado em lugares novos, frequentes e muito frequentes. Em casa, por exemplo, poderá ser possível o acesso desprotegido do dispositivo. Já no trabalho ou qualquer outro ambiente menos familiar, será possível programar um esquema de autenticação mais rigoroso.

Segurança

A segurança de dispositivos móveis tem sido cada vez mais enfatizada pelas fabricantes de smartphones e tablets. O Moto X, por exemplo, primeiro smartphone lançado pela Motorola com a cara do seu novo dono, Google, conta com um acessório que permitirá que seus usuários passem rapidamente pela tela bloqueada do smartphone.

No que diz respeito ao mundo do iOS, o suposto próximo iPhone da Apple, que vem sendo chamado de iPhone 5S, também poderá contar com um esquema mais seguro de autenticação. De acordo com rumores, será possível desbloquear a tela do smartphone a partir do uso de um sensor de impressões digitais.


7 regras do Vale do Silício que nossas startups podem copiar

Especialistas falam sobre que tipo de comportamento e atuação os empreendedores de lá costumam ter que os brasileiros poderiam copiar

Jovens usam laptops com foco nos  cabos
Getty Images
Investidores, empreendedores e boas ideias. O Vale do Silício, nos Estados Unidos, ficou conhecido por reunir em um mesmo local as condições ideias para que startups e inovadores pudessem se desenvolver. Com características muito particulares, não é simples reproduzir em outros cantos do mundo o mesmo ambiente. Mas, com apoio, é possível estabelecer ambientes favoráveis para o desenvolvimento de novos negócios.
Camila Farani, diretora da Gávea Angels e co-fundadora da Lab 22, tem investimento em startups no Brasil e no Vale e acredita que isso ajuda a entender como melhorar o mercado nacional. “Isso acaba dando uma riqueza muito grande e a gente consegue entender onde está o berço desse sistema, consegue fazer um cruzamento com nossos empreendedores”, indica. 
Para Cassio Spina, investidor-anjo e fundador da Anjos do Brasil, a união de agentes importantes possibilitam tanta inovação e empreendedorismo. “O Vale do Silício é um ambiente hoje muito consolidado. Tem todos os agentes importantes muito conectados e bem desenvolvidos: o ambiente universitário de pesquisa, empresas de tecnologia de ponta que ajudam o potencial empreendedor a ter experiência profissional e o ambiente de investimento”, explica. 
Veja quais regras vigoram no Vale do Silício que poderiam ser seguidas também no Brasil para ter um ambiente melhor para startups.

6 sinais de que a empresa está no caminho certo para inovar

Veja alguns sinais de que uma empresa realmente investe em inovação, e não fica apenas no discurso
Inovação
SXC.hu

A inovação é um dos ingredientes que contribuem para a competitividade de uma empresa e, por isso, a maioria das companhias querem ter o título de inovadoras. Mas implementar esta cultura no dia a dia do negócio, não é uma tarefa simples. Veja alguns sinais de que uma corporação investe efetivamente em inovação e não fica só no discurso:

5 qualidades dos profissionais mais disputados por empresas

Perfil empreendedor é o mais buscado, segundo pesquisa do IDCE. Confira as características principais de quem empreende sendo funcionário


Executivo jovem sorrindo
Dreamstime

Há algum tempo que não basta mais só ter conhecimento técnico para deslanchar na carreira. Com a economia dando sinais de desaceleração, o sucesso bate à porta de profissionais que se destacam pelo comportamento.

Pesquisa realizada pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) mostra que as organizações estão de olho naquelas pessoas com perfil empreendedor, que se sentem parte (importante) do negócio. 
“Os produtos hoje estão muito parecidos, a dificuldade das empresas é garantir um diferencial”, diz Fabricio Barbirato, diretor-executivo do IDCE. E é justamente essa diferenciação tão necessária no mercado atual que o empreendedorismo dos funcionários traz às empresas, segundo o especialista. “Mas a organização precisa estar aberta para isso também”, lembra Barbirato.
Mas o que o profissional empreendedor faz de diferente dos demais? É isso que EXAME.com foi perguntar ao diretor executivo do ICDE. Confira as 5 características principais: