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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Como a 1ª loja da GAP no Brasil é uma vitrine de seus planos

Espaço para roupas infantis, mais prazo de pagamento, variedade de preços – tudo estará em exposição na GAP que será inaugurada nesta quinta-feira

Loja da Gap em Myeong-Dong
SuzÿQuzÿ / Creative Commons
Com os preços mais altos do que o de costume, a americana GAP abrirá as portas da primeira loja no Brasil amanhã (26). O local escolhido para ser o carro chefe da marca foi o Shopping JK Iguatemi, na zona sul de São Paulo.

Lançada em 1969 em São Francisco, Estados Unidos, a marca ficou famosa por oferecer o chamado american casual style. Apesar de ser uma sensação entre os brasileiros que viajam para os Estados Unidos, a GAP levou 44 anos para desembarcar no Brasil.

A situação mudou após os planos de expansão da GAP pela América Latina. Lojas foram abertas no Chile, Uruguai, Panamá, Colômbia, Peru e Mexico. Agora, após seis anos de estudo, chegou a vez do Brasil.

Segundo Stefan Laban, vice-presidente sênior da varejista, além da loja no Shopping JK Iguatemi, os clientes encontrarão a GAP no Morumbi Shopping, com inauguração prevista para outubro, também em São Paulo; Barra Shopping, no Rio de Janeiro e Barra Sul, em Porto Alegre.

A expectativa é que a varejista caia nas graças da geração Y das classes A, B e C e cresça no período de cinco anos, para ser introduzida, também, no nordeste e centro-oeste do país.

Mercado brasileiro

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Android arrasa o iPad em vendas de tablets no Brasil

95% dos tablets vendidos no Brasil rodam Android e 55% custam menos de 500 reais, aponta a IDC

Tablet Galaxy Note 8, da Samsung
Divulgação
O mercado brasileiro de tablets teve crescimento de 151% em um ano e fechou o segundo trimestre com 1,9 milhão de unidades vendidas. No ano inteiro, os brasileiros devem comprar 7,2 milhões de tablets, 120% mais que em 2012. Os números são de um relatório da IDC divulgado nesta quinta-feira.

A IDC revisou para cima sua previsão de vendas para este ano. No final do primeiro trimestre, a projeção era de 5,9 milhões de unidades no ano. “O Brasil é um mercado em ascensão para os tablets, com grande parte dos usuários comprando seu primeiro dispositivo”, diz o analista Pedro Hagge num comunicado da IDC.

O relatório aponta que, de cada 20 tablets vendidos no Brasil, 19 rodam Android. Em um ano, a participação do Android aumentou de 68% para 95%. Os demais 5% se dividem entre os iPads e os modelos com Windows. A principal razão para o avanço do Android é a oferta de tablets mais baratos com o sistema operacional do Google.

55% dos tablets vendidos no Brasil no segundo trimestre custaram até 500 reais. O preço médio caiu de 968 reais no segundo trimestre de 2012 para 628 reais neste ano. Na análise da IDC, porém, a queda nos preços não deve ir muito além disso.

“Apesar do domínio dos equipamentos mais baratos, vale salientar que os fabricantes estão fazendo investimentos para melhorar a qualidade e evitar a frustração dos consumidores. Em médio prazo, isso deve levar a uma elevação no preço médio dos tablets”, afirma Hagge.

A IDC agrupa tablets, notebooks e PCs de mesa na categoria computadores. Nela, os notebooks representam 38% das unidades vendidas no segundo trimestre. Os tablets vêm em segundo lugar, com 35% das vendas e, os PCs de mesa, em terceiro, com 27%.

Nos próximos trimestres, os tablets devem passar os notebooks e se tornar o tipo de dispositivo computacional mais vendido no país. “Nosso mercado continua muito sensível a preços. Os tablets são acessíveis ao consumidor brasileiro, representando uma opção viável de dispositivo para uso básico e acesso à Internet”, diz Hagge.

Outra tendência é o crescimentos das vendas para empresas e instituições de ensino, que hoje compram apenas 18% das unidades comercializadas. Pedro Hagge vê, aí, uma chance para os tablets com Windows.

“A entrada do Windows no mercado de tablets pode acelerar a adoção desses dispositivos pelas empresas, ao permitir a compatibilidade com aplicações corporativas para uso por trabalhadores remotos e também no próprio escritório”, diz.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Aluno brasileiro já monitora e até faz satélite

satelite educação

O espaço sideral nunca esteve tão perto das salas de aula brasileiras. Alunos de escolas públicas e particulares estão monitorando satélites lançados pela Nasa pela internet, sem precisar sair da escola. A agência espacial americana, contudo, quer ir além: pretende estabelecer uma parceria entre estudantes da Califórnia e brasileiros para que juntos desenvolvam um satélite.

Enquanto isso, colégios daqui constroem os próprios microssatélites, de cerca de 10cm², para depois submetê-los a voos suborbitais (que não entram em órbita) e fazer imagens da superfície terrestre. Também monitoram imagens do primeiro satélite do projeto, o ArduSat, que tem cerca de 30 sensores diferentes. Lançado no dia 4, ele foi projetado por uma startup americana, a NanoSatisfi, que desenvolve os programas que possibilitarão que alunos brasileiros tenham acesso às informações coletadas no espaço.

Com a tecnologia desenvolvida pela empresa, é possível que os satélites sejam locados temporariamente pelos brasileiros e configurados remotamente com todos os sensores. Dessa mesma forma, qualquer outra pessoa pode locar um satélite e obter informações sobre radiação, campos magnéticos ou até frequências de luz. "O ArduSat foi desenvolvido especialmente para que seja explorado democraticamente por estudantes, professores e adoradores em todo o mundo. Só foi possível com financiamento coletivo e com uma rede de parceiros. O nosso objetivo é tornar o espaço disponível para mais de 500 mil alunos em 5 anos", afirma Chris Wake, vice-presidente de negócios da NanoSatisfi.

Ao mesmo tempo em que monitoram esses dados, escolas como a Graded School Morumbi e a Referência Silva Jardim, um colégio público modelo do Recife, constroem os próprios satélites com a tecnologia da plataforma Arduíno, que funciona como uma espécie de "Lego eletrônico".

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Dunkin' Donuts anuncia volta ao Brasil

Reprodução

A rede Dunkin´ Donuts, parada obrigatória dos americanos para tomar café e comer as famosas rosquinhas, anunciou planos de desenvolver restaurantes nas maiores metrópoles do Brasil. O esforço, de acordo com o comunicado, faz parte da estratégia da empresa de aumentar a sua presença na América Latina, uma região de grande importância para a marca, que continua a crescer globalmente.

A Dunkin’ Donuts está à procura de candidatos qualificados para serem franqueados de múltiplas unidades, de forma a desenvolver a marca no Brasil, com foco inicial em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Os franqueados ideais precisam ter histórico financeiro sólido, profundo conhecimento da sua clientela local, experiência comprovada de sucesso no setor de restaurantes e um desejo de desenvolver, no mínimo, de 20 a 25 unidades Dunkin´ Donuts no seu mercado nos próximos anos.

"Com uma das maiores economias do mundo e uma classe média em franco crescimento, o Brasil representa uma oportunidade de expansão tremenda para a Dunkin´ Donuts", contou Jeremy Vitaro, Vice-Presidente de Desenvolvimento Internacional de Marcas Dunkin´. "No momento, estamos em busca de multifranqueados com uma paixão pela marca, experiência no setor de restaurantes e histórico financeiro sólido para desenvolver a franquia nas maiores cidades do Brasil. Sentimos que a nossa proposta – comida e bebida de alta qualidade, servidas com rapidez em um ambiente amigável, com ótimo valor – terá uma boa resposta do público brasileiro."

A Dunkin´ Donuts já tem presença estabelecida em outros mercados da América Latina e Caribe. A empresa possui atualmente mais de 300 restaurantes na região, incluindo mais de 200 no Chile, Colômbia e Peru, além de outros pontos do continente como Aruba, Bahamas, Equador, Guatemala, Honduras, Panamá e Porto Rico. 

A rede já teve filiais no Brasil, onde ficou de meados da década de 1980 até 2003.

Para saber mais sobre as oportunidades de franquia Dunkin’ Donuts, clique aqui.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Brasil é mercado crucial para firmas de tecnologia da China

[image]
Reuters

As grandes empresas chinesas de tecnologia de consumo dominam o mercado doméstico, mas vêm tendo dificuldades fora da China. Agora, numa tentativa de mudar esse quadro, elas estão invadindo o Brasil e outros mercados emergentes.

As empresas chinesas gostam dos mercados emergentes porque neles elas não precisam começar muito atrás das americanas já estabelecidas. Ao entrar agressivamente no Brasil, a fabricante de computadores Lenovo Group Ltd. e a empresa de buscas na internet Baidu Inc. esperam abrir vantagem contra firmas como a Hewllett-Packard Co. e a Google Co. Além disso, algumas empresas dos Estados Unidos que são líderes tanto em casa quanto na Europa têm uma presença menor aqui por causa da longa história de burocracia e protecionismo e do alto custo da mão de obra no Brasil, particularmente quando comparado com a Ásia.

As empresas chinesas e americanas concordam que o mercado brasileiro está cada vez mais importante. Embora a classe média do país ainda esteja crescendo, ela já é grande o suficiente para compensar o alto custo de se fazer negócios aqui.

A chinesa Lenovo, segunda maior fabricante de computadores de mesa do mundo, estima que 20% dos próximos meio bilhão de compradores de PCs virão do Brasil. A empresa, que ultrapassou a Dell Inc. no ano passado em parte devido à sua incursão em mercados como Índia e Rússia, afirma que o Brasil é agora seu maior mercado fora da China.

O Brasil sempre teve uma população grande e, agora, com o crescimento da classe média, "há mais poder de consumo", diz Silvia Quintanilha, vice-presidente de atendimento a clientes da firma de pesquisa Millward Brown em São Paulo. "Todas as marcas estão agora de olho em nós. Todas elas estão chegando ao Brasil."

O Brasil é "o mercado mais importante" fora da China, diz John Dillon, diretor de negócios internacionais da Baidu, que também está lançando mais serviços na Tailândia e no Egito. O Brasil, em geral, é "uma economia de alto crescimento, tem uma internet em alto crescimento, e acreditamos que alguns participantes do mercado mundial ainda não deram atenção muito específica ao país", diz o executivo. "Há uma boa oportunidade para nós entrarmos."

Segundo uma pesquisa recente do Banco Central, o produto interno bruto do Brasil deve crescer 3,3% em 2013; a estimativa é de que o PIB tenha subido só 1% em 2012.

Mas conquistar o mercado brasileiro não será tarefa fácil para as empresas chinesas, que continuam penando para estabelecer suas marcas fora da China. A Baidu teve sucesso limitado oferecendo serviços no Japão. E, embora a Google tenha perdido algum tráfego no Brasil para novas concorrentes, a gigante americana ainda domina o setor de internet em várias categorias e conhece os usuários brasileiros. A Lenovo vem crescendo rápido nos mercados emergentes e nas vendas mundiais de computadores, mas seu desempenho nos EUA não tem sido tão bom diante de marcas renomadas como HP, Apple e Dell.

As empresas chinesas não são as únicas recém-chegadas à disputa pelo mercado brasileiro. A Facebook Inc., que até 2011 não tinha operações aqui, registrou um crescimento de 41% no seu número de visitantes em setembro, para 43,3 milhões por mês, e a média de tempo gasto no site subiu 208%, segundo a comScore. Isso fez do país um dos mercados de maior crescimento da Facebook. Enquanto isso, o número de usuários no Brasil da rede social Orkut, da Google, caiu 55% em 2012, e o tempo gasto no site diminuiu 83%. A comScore diz que, coletivamente, os sites da Google são os mais populares do Brasil, mas a média de tempo gasto neles encolheu 45% em 2012.

A sul-coreana Samsung Electronics Co. também fez uma investida agressiva no mercado brasileiro, inclusive batendo os preços das concorrentes, e já se tornou uma das maiores do país em vendas de PCs e smartphones. A Apple Inc., por sua vez, apesar de ser uma competidora importante, tem uma participação de mercado menor no Brasil do que em outros lugares. Os produtos dela têm um preço mais alto aqui e ela ainda não abriu uma loja brasileira, dependendo de uma rede de revendedores e de operadoras de celular.

As empresas chinesas esperam reproduzir o sucesso que tiveram no seu mercado doméstico ao dar aos seus produtos e sites um toque local. A Baidu tomou a frente da Google na China em parte porque adaptou seus serviços às peculiaridades do mercado, criando, por exemplo, uma barra de pesquisa mais longa para acomodar mais facilmente os caracteres chineses.

A empresa lançou seu serviço de diretório de sites Hao123 para os usuários brasileiros este ano. Ele fornece links para sites populares e foi concebido para facilitar a navegação na web para novos usuários. A empresa também planeja lançar um motor de busca completo para competir com a Google e já alocou centenas de engenheiros ao projeto.

Quanto à Lenovo, estabelecer-se no Brasil significa projetar, montar e fornecer um número maior de seus produtos localmente. Isso ajudará a reduzir impostos e possibilitará que ela concorra melhor em preço com as fabricantes locais de computadores, como a líder de mercado Positivo Informática SA, sediada em Curitiba. A Lenovo tem 4.000 empregados no Brasil e acabou de completar a aquisição, por R$ 300 milhões, da empresa de eletrônicos CCE, cujo parque industrial fica em Manaus. A empresa chinesa também já está construindo sua primeira fábrica no país — em Itu, SP —, um investimento de US$ 30 milhões.

A Lenovo espera aproveitar a competitividade em preços da CCE no segmento de baixa renda para impulsionar seu negócio nas regiões menos ricas e de rápido crescimento do Brasil.

O Brasil é como um "degrau transparente" porque os concorrentes "podem não ver o país como uma oportunidade grande o suficiente para justificar essas mudanças fundamentais", diz Dan Stone, diretor das operações brasileiras da Lenovo. Desde aquisições até novas fábricas e centros de pesquisa, "estamos investindo mais no Brasil que qualquer outro país fora da China".

Enquanto isso, a Tencent Holdings Ltd., operadora do QQ, o serviço de mensagens instantâneas mais popular da China, lançou uma versão em português do seu promissor aplicativo de mensagens instantâneas para smartphones WeChat. A empresa não quis dar detalhes sobre suas iniciativas. No momento, o serviço deste tipo mais popular no Brasil é o da californiana WhatsApp.

Empresas intensificam busca de oportunidades na Copa



A busca por oportunidades de negócios com a Copa do Mundo da FIFA 2014 apresentou um forte crescimento durante o mês de junho. Nesse período da realização da Copa das Confederações, o Portal Sebrae 2014 recebeu mais de 20 mil acessos, com 56 mil visualizações de páginas. Esse resultado significou um aumento de 420% no número de visitas ao portal em comparação com o mesmo período de 2012. “Todo mundo vai ganhar com os eventos esportivos, do pipoqueiro ao grande hotel. O que queremos é aproximar os pequenos empreendedores dessas oportunidades mapeadas no Brasil”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. 

Nas pesquisas de conteúdos do site, o termo mais procurado pelos internautas até o mês passado foi “móveis”, o que indica interesse dos empreendedores por informações relacionadas a negócios com madeira e móveis. Esse é um dos dez segmentos da economia destacados no Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede da Copa do Mundo FIFA 2014. O estudo também apontou oportunidades em áreas como Agronegócios, Moda e Tecnologia da Informação (TI). Na sequência dos itens mais buscados estão: cursos, turismo e construção civil.

No primeiro ano de operação do portal, entre junho de 2012 e junho de 2013, houve mais de 140 mil visitas, com cerca de 390 mil visualizações. São Paulo é a cidade que registra mais acessos, com 21.224. Em seguida, aparecem Brasília (15.134), Rio de Janeiro (13.442), Belo Horizonte (8.617), Curitiba (6.563), Recife (6,2 mil), Salvador (5.416) e Porto Alegre (4.612). Além do Brasil, moradores de 89 países acessaram o endereço eletrônico.

O endereço na web é um dos canais do Sebrae para o público se informar sobre as oportunidades de mercado criadas pela Copa 2014, com estudos setoriais e econômicos, notícias, calendário de licitações e eventos. Quem quiser buscar informações setoriais pelas áreas mapeadas no estudo para a Copa pode entrar no endereço http://segmentos.sebrae2014.com.br, onde é possível encontrar conteúdos como ideias de negócios e casos de sucesso de empresários de diversos segmentos.

sábado, 6 de julho de 2013

Aplicativo que busca farmácias é lançado no Brasil


A startup brasleira 3Farma lançou um aplicativo para que os usuários busquem medicamentos com os melhores preços. Disponível para Android e iOS, o serviço localiza farmácias próximas à residência da pessoa e disponibiliza a consulta de remédios e fabricantes.
O 3Farma pertence ao Grupo Entire TP, que desenvolve ferramentas de comércio eletrônico para o mercado corporativo. A plataforma de pesquisa de medicamentos foi lançada após consulta com empresas do setor farmarcêutico como Pfizer, Aché e Novartis, clientes do Grupo Entire. 
Foram investidos aproximadamente 2 milhões de reais no desenvolvimento da plataforma, valor que pretende ser rapidamente coberto: a expectativa da empresa é faturar 1,5 milhão de reais por mês até 2014.
“Nossa proposta é disponibilizar lojas virtuais para as farmácias e garantir que o consumidor encontre o produto que deseja na loja mais próxima, evitando os problemas de entrega, troca e devolução de uma loja virtual normal”, afirmou José Ricardo Ferreira, CEO do Grupo Entire TP.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Startup que planeja casamento vence competição nacional

Casal de recém-casados

A Emotion.me, serviço online que oferece auxílio para planejar casamentos, venceu a categorial principal da competição de startups da Demo Brasil, evento que aconteceu na cidade de São Paulo e reuniu empreendedores e investidores brasileiros.

Durante os dias 25 e 26 deste mês, 51 equipes apresentaram suas empresas para uma banca julgadora, formada por investidores e pessoas ligadas ao mercado empreendedor. Ao final do encontro, os organizadores da Demo Brasil anunciaram os vencedores nas categorias Demonstrator, voltada para startups com modelos de negócios já definidos, e na Alfa Pitch, que escolheu a ideia mais inovadora criada por estudantes universitários.
Enquanto a Emotion.me conquistou o primeiro lugar na categoria Demonstrator, a startup BabySayer, que deseja criar um dispositivo de segurança para evitar que bebês sejam esquecidos dentro de veículos, venceu a competição entre as jovens empresas que disputaram a Alfa Pitch.
Fundado pela carioca Bruna Bittencourt, o serviço de auxílio para planejamento de casamentos foi criado em 2012, após a empreendedora enfrentar dificuldades para conseguir idealizar todos os detalhes de sua própria cerimônia.
Como prêmio pela vitória, as duas empresas ficarão 28 dias no Vale do Silício, na Califórnia, onde participarão do programa Summer Program 2013. Com início programado para agosto, o projeto pretende aproximar os empreendedores das grandes startups americanas, auxiliando o desenvolvimento de seus modelos de negócio. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Como o VLT pode aliviar o transporte no Brasil

Os veículos leves sobre trilhos, mais conhecidos por VLTs, já ajudaram grandes cidades do mundo a resolver seus problemas de mobilidade – de forma econômica, eficiente e limpa

VLT em cidade da França

Dá pra desatar o nó do transporte no Brasil? A solução para atender uma das demandas mais fortes e legítimas dos protestos que se espalham pelo país – o direito a um transporte público eficiente e de qualidade – pode passar longe do entendimento do senso comum, de “colocar mais ônibus e metrô nas ruas”, e se aproximar de algo como “colocar o bonde na rua e entrar nos trilhos”.

Versão moderna dos velhos bondes, os veículos leves sobre trilhos, mais conhecidos por VLTs, são considerados por especialistas uma alternativa mais barata e sustentável que outros meios de transporte coletivo como os ônibus e o metrô. Eles podem transportar até quatro vezes mais pessoas que o primeiro e custar metade do segundo.
“Os VLTs ainda dão uma impressão de melhoria ambiental imediata. A motorização elétrica os torna mais silenciosos e menos poluentes”, destaca o especialista em transporte público da UNB, Paulo Cesar Marques. Comparado aos BRT´s (Bus Rapid Transit), além da vantagem ambiental, os VLTs proporcionam controle mais automatizado (e menos dependente do motorista), o que pode garantir maior conforto.
Por suas vantagens, os VLTs já ajudaram grandes cidades do mundo a resolver seus problemas de mobilidade. A  França é um exemplo de país que adotou os netos dos bondes como instrumento de gestão urbana. Atualmente, dezoito cidades francesas têm pelo menos uma linha de VLT e até 2014 outras nove implantarão suas primeiras linhas.
A expansão de projetos de VLT também conduziu à revitalização urbana em torno das linhas. Um estudo do Ministério de Meio Ambiente da França indica que em 2009, 30% dos subsídios que o governo concedeu às comunidades para seus projetos de VLT foram dedicados à melhorias nas áreas atravessadas.

Rumo à Copa, cidades sobem nos trilhos

Com todos esses benefícios, você deve estar se perguntando por que o Brasil ainda não adotou em massa essa tecnologia. De acordo com o especialista da UNB, é tudo uma questão de oportunidade. “As cidades europeias que são exemplo de sucesso no uso de VLT nunca deixaram de ter bonde. É natural que houvesse uma evolução para algo mais moderno”, explica Paulo Cesar.
“Quando essa tecnologia ganha maior confiabilidade e boa imagem por suas vantagens ambientais, surgem condições pra que outras cidades possam adotá-la”, acrescenta. Aos poucos, o VLT desponta como solução para o transporte no país.
A Copa de 2014 deu o impulso que faltava, com várias cidades incluindo projetos de VLT em seus planos de mobilidade. Em Cuiabá, aproximadamente 80% dos ônibus deixarão de trafegar por três das principais vias da cidade após a implantação do VLT, que deve ser entregue até meados de 2014.
Com 22,2 quilômetros de trajeto, o  VLT mato-grossense terá capacidade máxima de passageiros de 400 pessoas por veículo e o tempo de espera para o embarque será de até quatro minutos.
Parado desde abril de 2011, o projeto do veículo leve sobre trilhos de Brasília foi retomado em abril deste ano e prevê a construção de 22,6 km de linhas.
Já em São Paulo, o primeiro trecho do VLT, que vai ligar Santos e São Vicente, deve ficar pronto até meados do ano que vem. O projeto ocupa a antiga linha férrea das cidades do litoral e, quando estiver concluído, deverá transportar 70 mil passageiros.
Em investida mais recente, a prefeitura do Rio de Janeiro e o Governo federal assinaram na semana passada termo de compromisso para repasse de RS 532 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade para a implantação do VLT na cidade.
Orçado em R$ 1,164 bilhão, o projeto carioca vai conectar a Região Portuária ao Centro da cidade e ao aeroporto Santos Dumont. Quando todas as suas seis linhas, distribuídas por 28 vias, estiverem operantes, a capacidade do sistema chegará a 285 mil passageiros por dia.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pensa em abrir uma Startup? Confira 8 ideias de negócios.

Tendências e ideias

São Paulo – A cena se repete com frequência no mercado de startups brasileiro: os empreendedores buscam inspiração em negócios americanos e criam uma versão brasileira. “Esse modelo foi relacionado a grandes sucessos do cenário de tecnologia brasileiro, como todas as empresas do portfólio da Rocket Internet e o Peixe Urbano”, diz Fernando de la Riva, especialista em negócios digitais e diretor-executivo da Concrete Solutions.

Apesar dos riscos, é possível olhar para o mercado americano e ver alguns setores bem sucedidos que poderiam ser explorados pelos empreendedores no Brasil."Devem ser empresas facilmente copiáveis - sem barreiras de entrada - e com mercados-alvo também grandes no Brasil”, indica Riva.

Com a ajuda do executivo da Concrete Solutions e do investidor-anjo Cassio Spina, EXAME.com chegou a uma lista com ideias de negócio sainda pouco explorados pelas startups brasileiras. 

http://exame.abril.com.br/pme/startups/noticias/8-ideias-de-negocios-para-quem-quer-abrir-uma-startup#1