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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Mouse de Steve Jobs é encontrado em cápsula do tempo perdida

Mouse deixado por Jobs em uma cápsula do tempo que ficou três décadas perdida foi finalmente retirado de dentro do tubo junto com outros itens

Jovem Steve Jobs
Divulgação
Na semana passada, a equipe do programa “Diggers” (Escavadores), veiculado no canal da National Geographic, conseguiu encontrar a “Cápsula do Tempo de Steve Jobs”, perdida há 30 anos em algum lugar da cidade de Aspen, nos EUA. A boa notícia é que um dos itens mais procurados foi encontrado em bom estado: o mouse que Steve Jobs usava no Lisa, um dos primeiros computadores da Apple.

A cápsula do tempo foi enterrada nos idos de 1983, durante cerimônia de encerramento de uma conferência de design da qual o ex-CEO da Apple participou. Na época, foi solicitado que cada um dos palestrantes escolhesse um objeto para ser colocado dentro do tubo que foi em seguida coberto por terra.

A ideia original era a de desenterrar a tal cápsula em 2000, mas, por motivos desconhecidos, isto não foi feito. Anos depois, quando a organização finalmente decidiu procurá-la, perceberam que não mais sabiam a sua localização exata. Mas aí a equipe do “Diggers” entrou na jogada.

A cápsula foi finalmente encontrada e desenterrada na semana passada. Na ocasião, a equipe notou que não poderia retirar os objetos de dentro do tubo imediatamente, uma vez que, depois de três décadas embaixo da terra, a condição dos itens era desconhecida.

De acordo com o site CNET, que cobriu com afinco o processo de busca e abertura da “Cápsula do Tempo de Steve Jobs”, o mouse de Jobs estava escondido em meio a dezenas de outros objetos. Segundo imagens obtidas pelo site, a peça se encontra em bom estado, mas ainda não se sabe se poderia funcionar.

Além do mouse, foram encontrados ainda um disco com um mapa em 3D da cidade de Aspen, dois cubos de Rubik e várias fitas VHS. Outros itens que também estavam na mira dos escavadores eram as seis latas de cerveja que foram colocadas na cápsula por Harry Tague, presidente da conferência.

Bom, segundo a CNET, as cervejas da marca Ballantine foram encontradas em boas condições. Mas o site não soube informar se algum membro do programa arriscou abrir uma delas para se refrescar. E foi justamente tendo este objetivo em mente que Tague decidiu colocá-las na cápsula: “O cara que desenterrar isso aqui estará suado e irá apreciar uma cerveja.”

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Cápsula do Tempo de Steve Jobs é encontrada 30 anos depois

Enterrado em 1983, tubo recheado com objetos dos participantes de uma conferência de design, incluindo Steve Jobs, ficou três décadas perdido

Steve Jobs e John Sculley, nos anos 80
 Wikimedia Commons

Nos idos de 1983, Steve Jobs e outros participantes da Conferência Internacional de Design, que aconteceu em Aspen naquele ano, aproveitaram o momento para eternizar objetos caros a eles dentro de um grande tubo que ficou conhecido como “Tubo do Tempo de Aspen”.

De acordo com o site CNET, houve quem resolvesse enterrar um cubo de Rubik ou um disco da banda The Moody Blues. Jobs, contudo, resolveu deixar para a eternidade o mouse usado por ele no Lisa, um dos primeiros computadores desenvolvidos pela Apple. E graças a este pequeno acessório é que o tal tubo acabou ficando conhecido como “A Cápsula do Tempo de Steve Jobs”.

A ideia da organização do evento era a de recuperar a cápsula em 2000, mas, segundo relatou o CNET, por alguma razão desconhecida, a escavação não foi realizada. E aí, quando resolveram finalmente encontrá-la, não conseguiram determinar a sua localização exata.

Isso até que a equipe do programa “Diggers” (Escavadores), do canal da National Geographic, resolveu entrar no jogo e ajudar a organização do evento a encontrar a tal cápsula, que há 30 anos estava perdida. Eles finalmente a encontraram ontem.

Ainda não há nenhum sinal do mouse de Steve Jobs e poucas informações do que, de fato, está lá dentro. Isto porque, segundo explicado pela equipe do programa ao site, havia tanta coisa enterrada que o desafio agora será o de catalogar todos os objetos, descartando os que já estão comprometidos e cuidando dos que estão em boas condições.

Mas não é só do mouse que os “escavadores” estão atrás. Ainda de acordo com a CNET, a cápsula pode estar recheada de fotografias da época, além de seis latas de cerveja. “O cara que escavar tudo isso estará suado e irá apreciar uma cerveja”, disse na época o presidente da conferência, Harry Tague. O estado da bebida segue desconhecido.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Seus funcionários estão ocupados o tempo todo? Péssimo sinal

Consultor norte-americano Randy Murray afirma que profissionais que parecem ocupados demais estão, na verdade, fingindo trabalhar

Profissional ou executivo multitarefa. ocupado e estressado
Creative Commons/Flickr/Ryan Ritchie

Se os funcionários de uma empresa parecem muito ocupados durante todo o expediente, é um mau sinal. Eles provavelmente estão fingindo, e não de fato trabalhando.

É o que diz o consultor norte-americano Randy Murray. Ele, que também é dramaturgo, presta consultorias sobre comunicação para as maiores empresas dos Estados Unidos há mais de 25 anos. Dessa experiência é que veio a conclusão de que existe um "teatro da ocupação" nos locais de trabalho.

Ele faz a afirmação por um motivo simples, observado em muitas corporações: em um ambiente de trabalho normal, sem a presença do chefe, ouve-se algum barulho de digitação, conversas normais e ligações feitas e recebidas. Mas se o gestor aparece, "os sons do trabalho se transformam instantaneamente em digitação barulhenta, telefones sendo tirados do gancho e funcionários paralisados", afirmou, por e-mail, em entrevista a EXAME.com. 

O consultor diz que há até mesmo dicas para fingir estar produzindo. "Carregar uma prancheta de anotações enquanto anda. Isso faz você parecer ocupado para o seu chefe", brinca.

Segundo ele, os profissionais que chama de "trabalhadores do conhecimento", pessoas como programadores, escritores, equipes de marketing e vendedores, têm um ritmo natural que inclui pensamento e reflexão. "Isso não parece 'estar ocupado' para quem está de fora (os chefes). Alguns profissionais se sentem culpados quando estão pensando. Não parece trabalho", diz. É por causa deste tipo de pensamento, que eles começam pequenos teatros, "performando atividades que os fazem parecer ocupados".

A ocupação constante às vistas do chefe, para Murray, pode trazer o efeito oposto ao desejado. "Eu tenho descoberto, de fato, que o chefe aparecer pode causar a diminuição ou mesmo a parada da produtividade para que o teatro possa ter lugar", conta ele. "Isso é o oposto do que a maioria dos gestores querem, mas eles estão felizes em ver funcionários muito, muito ocupados", completa. Além disso, segundo ele, o "teatro da produtividade" funciona ainda como uma camuflagem de proteção. "Em muitos ambientes de trabalho, se você não parece muito ocupado, você receberá mais coisas para fazer".

Não se trata de trabalho em excesso

Não quer dizer que os colaboradores estejam concluindo suas tarefas muito rápido, ou recebendo mais trabalho do que deveriam. A questão é que o "trabalho do conhecimento" não acontece em ritmo constante, segundo Murray. "É simplesmente impossível para um programador se sentar em uma mesa, acertar o relógio e digitar programas por oito horas seguidas", exemplifica.

O trabalho real, para ele, muitas vezes acontece nas horas em que parece que o empregado não está fazendo nada.

Como evitar

Fingir estar trabalhando, não é o problema, segundo Murray. "A real questão é que os supervisores esperam e demandam atividade constante. Isso não é realista e desejável para o ambiente de trabalho moderno".

Para evitar o problema, primeiramente, Murray defende que a única maneira de avaliar a produtividade de uma pessoa é pelo resultado. "Eu não me importo sobre como um funcionário age ou quão ocupado ele parece se quando chega o deadline o trabalho está concluído com o nível de qualidade desejado", afirma.

Além disso, o consultor recomenda aos gestores trabalharem próximos de suas equipes, descobrir qual a quantidade certa de tarefas a delegar, confiar e verificar os resultados.

Ele diz que é importante deixar claro para os funcionários que não se espera que eles estejam ocpuadas 100% do dia. "Informe que é 'ok' pensar, perguntar questões, se mover e sim, socializar em pequena quantidade", aconselha. "Mas também diga que você espera que o trabalho seja cumprido de acordo com a agenda. Segure-os na agenda, mas seja flexível sobre como eles entregam os resultados".

Murray considera "que bons gestores trabalham em estreita colaboração com sua equipe", seja para conseguir resultados a curto ou a longo prazo. Ele afirma ainda que os experientes sabem a quantidade de tarefas que pode ser cumprida em determinado período. "Há muito poucos trabalhos fora da linha de montagem que exige oito horas de atividade", completa.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

13 atitudes que diferenciam bons líderes de chefes

Mesmo que você não seja um líder nato, é possível adotar práticas que melhorarão seu desempenho

Patos seguindo em fila

Ser chefe é fácil: basta mandar e amedrontar quem não estiver alinhado com suas ideias. Todos conhecem intuitivamente a diferença entre um chefe e um líder, desses capazes de pedir que você fique além do expediente para concluir uma tarefa e você... fica, por entender a importância do pedido e por se sentir estimulado a dar sua contribuição para determinado projeto.
É claro que há líderes natos, que sabem por intuição como se portar e como conduzir outras pessoas. Porém, especialistas consultados por EXAME.com dizem que é possível aprender a liderar por meio de práticas desenvolvidas ao longo do tempo. Veja 13 atitudes para se conseguir uma liderança estável:
1 Ter consciência de que líder também erra
Uma das premissas do mundo dos negócios é que os maiores resultados provêm de grandes riscos. Assim, liderar uma empresa implica necessariamente em arriscar-se, ou seja, lidar com a possibilidade de não dar certo. O gerente do escritório da Michael Page no Rio de Janeiro, Marcelo Ceullar, diz que, para ter uma liderança estável, quem está no comando precisa ter a consciência de que em algum momento vai errar e deve estar pronto para tomar uma atitude quando isso acontecer. “É preciso se jogar no mar e estar disposto a engolir água. Se nadar só na piscina, não aprende a ser líder”.
2 Ser empático
É consenso entre os especialistas que uma liderança estável depende de quanto o líder conhece as pessoas que ele lidera. E, para isso, ser empático é fundamental. “Ele precisa se colocar no lugar de pessoas que enfrentam o que ele não enfrenta. Não quer dizer que ele terá que concordar com tudo que o outro faz, ou ceder sempre, mas assim ele poderá argumentar”, diz Ceullar.
3 Ter autoconhecimento
Para saber entender as necessidades do outro, é preciso conhecer bem a si mesmo. “O líder tem que ser consciente do profissional que ele é para poder executar ações que favoreçam a empresa”, diz a  professora e coordenadora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral, Clara Linhares.
4 Estar atento às expectativas do grupo
“A liderança se caracteriza pela capacidade de superar as expectativas do grupo. Para conseguir isso, é preciso estar atento e saber reconhecer quais são essas expectativas”, diz o coach organizacional  Homero Reis.
5 Traduzir o discurso em atitudes
É o que o coach Homero Reis chama de “autoridade relacional”. Segundo ele, o líder tem por obrigação mostrar com atitudes aquilo que prega.
6 Partilhar informações
Um time conduzido às cegas não dá resultados. Quanto mais os funcionários de uma empresa souberem o que acontece dentro dela, mais eficientes eles serão. É o que defende Mariella Gallo. “A sensação de exclusividade, de saber tudo, não é interessante para quem lidera. Quanto mais o líder delegar e compartilhar informações, mais respeitado ele será”. 
“As pessoas precisam saber para onde estão indo. O líder tem que compartilhar as informações que embasam suas decisões”, reforça o sócio da consultoria Atingire, Fernando Jucá.
7 Estar em constante processo de aprendizagem
Líder parado no tempo não é líder. Quem está no comando precisa manter o grupo sempre alimentado de novidades, defende Reis. “É muito importante estar em uma educação continuada, demostrar que está sempre pesquisando, estudando e inovando”.
8 Não tratar todo mundo igualmente
Um bom líder não é aquele que define uma maneira única de conduzir todas as pessoas. Ele precisa identificar quais são as necessidades de cada um e saber lidar com elas, para fazer a empresa crescer. “Um funcionário profissionalmente imaturo, inseguro, precisa que o líder transmita muita confiança, que o conduza. Já um profissional que é muito confiante no que faz precisa de liberdade”, exemplifica o professor de liderança da Business School São Paulo, Gilberto Guimarães. “Um líder que trata todo mundo igual é injusto”, reforça Ceullar.
9 Fazer uma boa gestão do tempo
No mundo dos negócios, as mudanças ocorrem muito rapidamente e carregam um grau de informação enorme. De acordo com a coach Mariella Gallo, um líder eficiente precisa saber administrar essas mudanças, filtrar o que é importante e tomar atitudes. 
10 Saber "definir o futuro"
Não se trata de adivinhação e sim de percepção. Um líder precisa tomar as decisões mais certas possíveis. Para isso, ele tem de estar atento aos sinais que indicam o que pode acontecer no futuro. “É fazer uma leitura do que está acontecendo agora para descobrir quais são as tendências. Se a meteorologia diz que vai haver um inverno rigoroso, significa que vou vender menos sorvete”, exemplifica Gilberto Guimarães.
11 Ser humilde
Um bom líder reconhece a importância de cada pessoa. “O inverso disso é arrogância. O arrogante não escuta o outro e, por isso, comete muitos erros. Quem é arrogante é chefe, não é líder, porque só cria medo e não respeito, e o medo diminui a produtividade. Pessoas com medo são incapazes”, revela o professor Gilberto Guimarães.
12 Preparar sucessores
Clara Linhares defende que líder eficiente é o que não tem medo de perder a função e nem as pessoas. “Ele precisa reconhecer na equipe quem poderão ser os seus sucessores. É uma tarefa muito difícil, mas cada vez mais necessária”.
13 Ter uma “franqueza educada”
Muita gente confunde franqueza com falta de educação. Fernando Jucá defende que uma liderança precisa de “franqueza educada”. “É ir direto ao ponto, mas sem grosserias”.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Jovem de 21 anos divide seu tempo entre 11 empregos


Algumas pessoas costumam reclamar que trabalham muito, ganham pouco e não têm tempo para fazer outras coisas, mas o inglês David Day, 21, encontrou uma maneira de fazer o que gosta eliminando o tempo ocioso de sua vida.


Residente em Nottingham, no Reino Unido, David consegue dividir suas tarefas entre 11 empregos, sendo cinco trabalhos remunerados e seis funções voluntárias. Assim, ele chega a trabalhar 60 horas por semana.

David trabalha como assistente de loja, roupeiro num clube de futebol, atendente de cantina em uma escola e como garçom em duas casas noturnas.
Ele ainda encontra tempo para atuar como voluntário em um grupo de jovens, num centro de recreação infantil e num clube de salva-vidas, é treinador de badminton e futebol e ensina primeiros socorros.
Tudo isso por um salário semanal equivalente a R$ 877.

“Prefiro fazer algo útil a sentar na frente da TV. É bom ter dinheiro, mas eu não me importo com isso. Ajudar as pessoas e fazer algo que eu gosto significa muito mais”, declarou ao Daily Mail.
Para os colegas e autoridades locais, o esforço de David representa um exemplo para todos.
O executivo-chefe da Nottinghamshire & Derbyshire Chamber of Commerce, George Cowcher, disse que David mostra que existem jovens talentosos, orientados e criativos que seriam bem aproveitados em qualquer negócio.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Como fazer de uma equipe uma máquina de produtividade

Avengers
O começo de qualquer empresa é aquela luta onde somos faxineiros, presidentes, vendedores, secretários e tudo mais que for necessário. Por mais que existam sócios, ser polivalente é uma das características de bons empreendedores.
Com o tempo a empresa começa a crescer, as demandas de trabalho aumentam e você vê que só conseguirá continuar crescendo se tiver mais pessoas te ajudando, sejam novos sócios, funcionários ou prestadores de serviços.
Apesar do evidente aumento de mão de obra disponível para gerar o rico dinheirinho para sua empresa, ter mais pessoas envolvidas na operação gera novas demandas, tanto administrativas, quanto de gerenciamento e liderança.
Além disso, a conta tem que fechar. Não adianta se afobar, contratar muita gente e tomar prejuízo.
E, o ponto mais importante: você precisa garantir a produtividade dessa rede de funcionários, sócios e fornecedores para a conta fechar no final, sua empresa crescer e gerar mais lucro.
Seguem as dicas abaixo para te ajudar a formar, gerir e liderar sua equipe com o máximo de produtividade:
Delegar ou terceirizar?
O primeiro ponto a decidir é se você vai ter uma nova pessoa ou se contratará uma empresa especializada para fazer o trabalho.
No caso de optar pela terceirização, lembre-se que é ilegal terceirizar a atividade chave que está descrita em sua razão social ou mesmo criar uma relação de subordinação hierárquica direta.
Na prática não há fórmula pronta para essa decisão, mas o que normalmente fazemos na Empreendemia é avaliar:
  • Quão essencial é essa atividade considerando nosso negócio principal? Hoje terceirizamos contabilidade, advocacia, compra de anúncios e assessoria de imprensa. Porém, criamos internamente toda a parte de conteúdo e software.
  • Qual o custo envolvido? Contratar funcionários sempre deve ser uma decisão muito bem pensada, já que contratações geram vínculos duradouros e normalmente caros.
  • Qual a facilidade de gerenciar? Gerenciar um funcionário é normalmente mais fácil e rápido do que lidar com uma empresa terceira que, claro, não está 100% do tempo disponível – ou seja, esse tempo gasto deve ser também colocado na conta durante a tomada de decisão.
Como a gestão interna é algo mais complexo (cujos princípios também se aplicam a gerir terceiros), a partir daqui esse será nosso foco. Afinal, não escolhemos o título deste artigo à toa. ;)
Recrutamento
Uma boa seleção de funcionários causa grande diferença na produtividade da equipe e, claro, na retenção das pessoas na empresa.
É normal procurarmos a melhor pessoa possível para a função, olhando aspectos técnicos, formação etc. Isso não está errado. O erro acontece quando não avaliamos a parte pessoal, desde ver se os Valores pessoais batem com os da empresa, até se esse candidato se encaixa com as pessoas com quem trabalhará.
A criação de um bom ambiente depende de uma boa relação entre as pessoas lá presentes. Tecnicamente, alguém sempre pode ser treinado e capacitado – porém, alinhamento (com a empresa/equipe) é algo praticamente impossível de ser trabalhado.
Por isso, o ideal é primeiro analisar a interação entre os candidatos e o restante da equipe, para depois avaliar a capacidade técnica.
9 mulheres não fazem um bebê em 1 mês
Assim como exemplificado nesse subtítulo, algumas coisas simplesmente não podem ser aceleradas com o aumento da equipe.
Por mais que caiba no orçamento, muitas vezes empreendedores montam equipes infladas com expectativas de resultados rápidos que acabam não aparecendo. Para evitar isso, procure analisar tamanhos ideais de equipes (que variam bastante dependendo do projeto) e levar em conta que quanto mais pessoas uma equipe tem, maior o esforço relacionado à comunicação e supervisão no dia a dia.
Responsabilidades e processos bem definidos
Passar responsabilidades claras para seus funcionários é uma forma, primeiro, de deixar claro o que é esperado de cada um, ajudando a avaliar sua produtividade. Em segundo lugar, é necessário garantir a relevância dessas responsabilidades, já que ter um propósito dentro da empresa é um fator extremamente motivante, fazendo com que essa pessoa sinta-se dona dessa pequena parte da empresa e tente superar expectativas.
Para as tarefas do dia a dia, ter processos bem organizados é uma questão primária. Sem essa informação bem estruturada, organizada e acessível, grandes perdas de produtividade podem acontecer.
Quem não conhece não lidera
Até chegarem à sua empresa, pessoas tiveram origens, criações, educações e vivências diferentes entre si. Por isso, tratar todos da equipe da mesma maneira é um erro comum de muitos líderes e que pode atrapalhar bastante o alinhamento da equipe.
Uns gostam de ganhar um desafio e se virar sozinhos até entregar o resultado; outros gostam de um acompanhamento mais próximo e de objetivos mais mastigados.
Qualquer que seja o perfil, conhecer cada pessoa de sua equipe te ajudará a definir as melhores maneiras de se relacionar com ela. Abordagens personalizadas te darão abertura para trazer o máximo de produtividade que cada pessoa é capaz.
Liderar e supervisionar são atividades que consomem tempo
O empreendedor, no papel de líder, é o responsável por garantir que o trabalho de toda a equipe contribua de uma maneira integrada para o planejamento da empresa.
Acredite: esse trabalho não é pequeno e nem simples, já que o empreendedor precisa se disponibilizar para esclarecer pontos e oferecer ajuda. Além disso, o fato de planejamentos serem mutáveis faz com que esse trabalho de alinhamento entre todas as ações seja contínuo e ocupe boa parte do tempo dele.
Use ferramentas simples para gestão
Existem ferramentas específicas para te auxiliar em tarefas administrativas. O ideal é procurar aquelas que sejam simples e façam o essencial.
De um modo geral, as principais áreas de gestão são:
  • Organização pessoal: uma lista de tarefas do que deve ser feito no seu dia a dia, assim você se programa e evita gastar tempo fazendo coisas além do programado.
  • Gestão de clientes: controlar seus clientes, agendar tarefas de clientes, agendar envio de propostas, atendimentos etc.
  • Gestão financeira: controlar fluxo de caixa, agendar pagamentos, emissão de nota fiscal e boletos.
É possível encontrar ferramentas gratuitas e pagas. Sempre pesquise e veja 2 coisas: preço e funcionalidades essenciais para você.
Não adianta ter uma ferramenta gratuita, mas que não faça o essencial, e muito menos uma ferramenta cara e super complexa que seja muito difícil de usar e não otimize seu tempo.
O mais importante é encontrar a ferramenta que melhor se encaixa no seu negócio.
Uma ótima opção para micro e pequenos empresários é o EmpreendeKit, um conjunto de soluções (incluindo as 3 mencionadas acima) que ajudam na gestão do dia a dia, tudo muito fácil de usar. Ele ainda conta com a função multi-usuário, com a qual você inclui sua equipe e pode fazer todo o gerenciamento por lá.
Veja mais sobre o EmpreendeKit aqui.
Avaliação contínua
Para finalizar, lembramos que através do papel de supervisor, o empresário tem acesso completo aos trabalhos de seus funcionários e faz o possível para que eles contribuam diretamente com o planejado.
Aproveitando esse conhecimento sobre o trabalho de seus liderados, sessões frequentes (mensais, por exemplo) de avaliação individual com cada membro de sua equipe são bastante válidas.
Feedbacks honestos e construtivos sobre cada pessoa podem causar mudanças incríveis que com certeza elevam a produtividade não só da pessoa, mas da empresa como um todo.
Abraços,
Luiz Piovesana (por equipes eficientes que criam negócios espetaculares)

Matéria publicada em http://www.saiadolugar.com.br/lideranca/como-fazer-de-uma-equipe-uma-maquina-de-produtividade/