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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dona da Vivo amplia fatia na Telecom Italia e pode vender TIM no Brasil

O grupo espanhol Telefônica fechou um acordo para aumentar sua fatia na Telco, holding que controla a Telecom Italia, na Europa. 

Divulgação
A ampliação da presença da Telefônica na Telecom Italia tem implicações diretas no Brasil, onde as duas empresas são concorrentes. A Telefônica, que já é dona da Vivo, agora torna-se indiretamente sócia majoritária da TIM.

A TIM informou que não vai se pronunciar sobre o assunto. A reportagem do UOL também entrou em contato com a assessoria de imprensa da Vivo, mas não obteve retorno até o momento.

Pelas regras do setor de telecomunicações no Brasil, um mesmo grupo não pode ter duas empresas que atuam em telefonia celular numa mesma região. Por isso, uma possibilidade é que a Telecom Italia venda a TIM Participações no Brasil.

Outro desafio é manter a qualidade dos serviços prestados no Brasil, disse à agência de notícias Reuters uma fonte da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O negócio deve ser avaliado por autoridades brasileiras, como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A Vivo possui 28,7% do mercado de telefonia celuar no Brasil e a Tim, 27,2%.

Telecom Italia enfrenta dificuldades

A Telefônica já era a maior acionista da Telco, com uma participação de 46%, e deve passar a 66%, num primeiro momento, e até 70%, numa segunda etapa. A Telco detém 22,4% da Telecom Italia.

O acordo foi fechado pela Telefônica com os demais investidores na Telco: os bancos italianos Mediobanca e Intesa Sanpaolo, e a seguradora Generali.

Pelo acordo, as ações da Telecom Italia foram avaliadas em 1,09 euro, quase o dobro do atual preço de mercado. Em 2007, os acionistas da Telco pagaram 2,8 euros por cada ação. Os papéis da companhia valem agora 0,59 euro.

Com o novo acordo, a Telefônica fortalece sua influência sobre uma importante rival na América do Sul, e permite aos sócios italianos saírem de um investimento não lucrativo, pondo fim a meses de especulações sobre o futuro da companhia italiana.

A Telecom Italia enfrenta dificuldades para crescer devido à sua dívida de 29 bilhões de euros e à profunda retração econômica do mercado italiano.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Twitter quer rastrear o que você faz na web; saiba como desativar

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Em um post em seu blog oficial, o Twitter anunciou que está “experimentando novas formas de direcionar anúncios”, o que é a forma como eles encontraram de dizer que planejam rastrear o que você faz na web – mesmo quando você está fora do Twitter – e mostrar as informações para anunciantes criarem anúncios melhores. Eis como evitar isso.
Se isso parece familiar, é porque deveria ser. O Twitter começou a experimentar esse tipo de rastreamento há um ano, mas não havia uma forma de desativar. O Twitter já usa coisas como botões de seguir e widgets sociais em sites para ver onde seus usuários logados vão ao deixar o Twitter, mas agora eles estão detalhando isso, e é uma coisa boa.

twitter
Para desativar o novo rastreamento do Twitter:
  • Entre no Twitter e visite a página de configurações da sua conta
  • Desmarque a caixa que diz “Personalizar o Twitter de acordo com os sites que eu visitei recentemente”
  • Desmarque a opção “Anúncios personalizados com base em informações compartilhadas por parceiros de publicidade”
  • Salve as mudanças
Pelo lado bom, o Twitter ao menos está sendo claro em relação às alterações (ao contrário do Facebook, quando começou a fazer a mesma coisa), e dizem aos usuários que eles não verão mais anúncios, e sim anúncios melhores, como resultado do rastreamento.
Ao mesmo tempo, uma coisa é usar os dados coletados quando alguém usa seu serviço para melhorar a publicidade. Outra é continuar coletando quando essa pessoa deixa seu serviço para melhorar a sua publicidade. Ainda assim, desativar é fácil, então sugerimos que você faça isso assim que possível.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Jovem de 21 anos divide seu tempo entre 11 empregos


Algumas pessoas costumam reclamar que trabalham muito, ganham pouco e não têm tempo para fazer outras coisas, mas o inglês David Day, 21, encontrou uma maneira de fazer o que gosta eliminando o tempo ocioso de sua vida.


Residente em Nottingham, no Reino Unido, David consegue dividir suas tarefas entre 11 empregos, sendo cinco trabalhos remunerados e seis funções voluntárias. Assim, ele chega a trabalhar 60 horas por semana.

David trabalha como assistente de loja, roupeiro num clube de futebol, atendente de cantina em uma escola e como garçom em duas casas noturnas.
Ele ainda encontra tempo para atuar como voluntário em um grupo de jovens, num centro de recreação infantil e num clube de salva-vidas, é treinador de badminton e futebol e ensina primeiros socorros.
Tudo isso por um salário semanal equivalente a R$ 877.

“Prefiro fazer algo útil a sentar na frente da TV. É bom ter dinheiro, mas eu não me importo com isso. Ajudar as pessoas e fazer algo que eu gosto significa muito mais”, declarou ao Daily Mail.
Para os colegas e autoridades locais, o esforço de David representa um exemplo para todos.
O executivo-chefe da Nottinghamshire & Derbyshire Chamber of Commerce, George Cowcher, disse que David mostra que existem jovens talentosos, orientados e criativos que seriam bem aproveitados em qualquer negócio.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Recém-formado de 21 anos recebe US$ 25 milhões por aplicativo ainda em fase de testes

Lucas Duplan recebeu US$ 25 milhões de investimento em aplicativo ainda não lançado
O engenheiro da computação Lucas Duplan, 21, recebeu US$ 25 milhões (cerca de R$ 55,8 milhões) de investidores do Vale do Silício pelo aplicativo que desenvolveu com uma equipe de 50 pessoas. O detalhe é que esse programa ainda não está pronto: o jovem norte-americano conseguiu o dinheiro apenas com um protótipo do aplicativo testado por estudantes da Universidade de Stanford, onde Duplan recentemente se formou.
O aplicativo é chamado Clinkle e, segundo o site americano "Business Insider", é difícil definir o que ele faz. O site oficial dá poucos detalhes sobre o produto ("o Clinkle vai reconstruir sua carteira analógica do zero para levar você ao pagamento do futuro") e Duplan também não detalha seu projeto, que deve ser lançado oficialmente no final do ano para Android e iOS (plataforma da Apple).

"Nosso objetivo é modernizar a forma de pagamento. Queremos fazer com que seu telefone, pela primeira vez, rivalize com dinheiro e cartão de crédito", disse Duplan, segundo o site "Business Insider". Segundo ele, o nome vem do barulho das moedas (além disso, a escolha foi feita porque o domínio na internet estava disponível).

A ideia de criar o aplicativo, de acordo com o "Techcrunch", surgiu quando o estudante era calouro e viajou ao Reino Unido. Ele conseguia usar aplicativos para muitas funções -- falar com amigos, ouvir músicas, jogar -, mas não para pagar por um sanduíche. Ao voltar para a Califórnia, o então estudante de Stanford alugou uma casa em Palo Alto com outros dez alunos e liderou o desenvolvimento do Clinkle.

As reportagens sobre o jovem não detalham como ele manteve a empresa até receber o investimento milionário, anunciado no final de junho. Reportagem do "Wall Street Journal" em abril deste ano diz apenas que ele já havia recebido dinheiro de investidores, sem especificar quanto.