Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cientista controla movimentos de colega pela internet

Cientistas americanos criaram uma interface cerebral não-invasiva entre humanos


Interface cerebral não invasiva

Dois cientistas americanos criaram uma interface cerebral não-invasiva entre humanos. Isso significa que foi possível enviar um sinal cerebral e controlar o movimento de outra pessoa pela internet. Tudo isso sem nenhuma cirurgia.

Os pesquisadores são da Universidade de Washington. Ao usar informações de impulsos elétricos do cérebro do pesquisador Rajesh Rao e uma forma de estímulo magnético no crânio do cientista Andrea Stocco, foi possível enviar um sinal cerebral de um ao outro.

Para conseguir criar essa interface, Rao usou um capuz com eletrodos ligados a uma máquina de eletroencefalograma. Já Stocco vestiu uma touca receptora capaz de fazer um estímulo magnético transcraniano, ou seja, que atravessa o crânio até o cérebro.

Segundo nota divulgada pela universidade, os dois cientistas estavam em prédios opostos no campus. Apesar da distância, foi possível fazer com que a interface movesse o dedo de Stocco pelo teclado.

Quando se conectou a Stocco, Rao foi colocado diante de uma tela de computador com um jogo no estilo arcade. Foi quando os cientistas perceberam que Stocco movia involuntariamente seu dedo indicador direito e apertava a barra de espaço do teclado, como se atirasse nos alvos do game. Stocco afirmou que teve a sensação que mão se movia de forma involuntária, como em um tique nervoso.

Veja a experiência no vídeo:




quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Governo estudará taxação de empresas de conteúdo na internet

Anatel e Ancine vão se reunir para discutir modelos possíveis de taxação de empresas como Netflix, Apple e Google

Site do Netflix é carregado em um computador com envelopes da companhia em Nova York
 Jin Lee/Bloomberg/Reuters

O governo começa a analisar nesta semana alternativas de cobrança para as empresas que distribuem conteúdos, como filmes e seriados de TV, pela internet.

Na próxima sexta-feira (30) os presidentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, e da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, vão se reunir para discutir modelos possíveis de taxação dessas empresas, que não recolhem tributos no país.

“Vamos dar o primeiro pontapé nesse debate”, disse Rezende à Agência Brasil. Segundo ele, é preciso analisar se empresas que oferecem esse tipo de serviço, como Netflix, Apple e Google, têm representação no Brasil, e de que forma a cobrança é feita dos usuários. “Eu acho que isso não é uma questão regulatória, é uma questão de ver como a Receita tributa”.

Para Rezende, da forma como está, as empresas de TV por assinatura acabam sendo prejudicadas, porque são submetidas à tributação do país, enquanto as que oferecem conteúdo pela internet não são tributadas da mesma forma.

“Elas concorrem deslealmente, porque não têm a tributação tradicional, então cria esse problema. Mas vamos ter que pensar muito, não é uma questão simples”, avalia Rezende.

O estudo sobre as mudanças para empresas que oferecem conteúdo de vídeo na internet será feito a pedido do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

“Eles vão olhar as atividades e a lei já define o que é tributável ou não, não precisa fazer lei nenhuma, é só ver se vai se enquadrar. Por exemplo, se uma determinada atividade tem que pagar taxa do Condecine [Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional], eles vão fazer o enquadramento e notificar as empresas”, explicou.

Recentemente, em evento do setor de TV por assinatura, Paulo Bernardo defendeu a taxação dos serviços prestados por empresas estrangeiras.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Facebook lança projeto para tornar internet mais barata

Mark Zuckerberg selecionou Samsung, Qualcomm e quatro outras companhias para levar a Internet a pessoas no mundo que não podem pagar por ela

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook

O presidente-executivo da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, selecionou Samsung, Qualcomm e quatro outras companhias para um projeto que tem como objetivo levar a internet a pessoas no mundo que não podem pagar por ela, refletindo esforços promovidos pelo Google e outros grupos.

O projeto é chamado internet.org e será lançado nesta quarta-feira. Ele tem como objetivo permitir que mais 5 bilhões de pessoas sem acesso atualmente à rede mundial de computadores fiquem online, disse Zuckerberg.

"O objetivo do internet.org é tornar o acesso à internet disponível a dois terços do mundo que hoje não está conectado", disse ele.

Outros participantes do projeto incluem Ericsson, MediaTek, Nokia e Opera Software.

A parceria vai desenvolver celulares inteligentes de baixo custo e de alta qualidade e levar acesso à internet em comunidades ainda não atendidas, disse o Facebook.

O Google anunciou em junho que lançou uma pequena rede de balões sobre o Hemisfério Sul em um experimento que espera levar acesso à internet de forma confiável às regiões mais remotas do mundo.

O piloto, chamado Project Loon, foi lançado em junho na Nova Zelândia. Os equipamentos funcionam com energia solar e são sustentados por balões de alta altitude, 20 quilômetros, ou duas vezes mais alto que rotas percorridas por aviões, disse o Google.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

4 mitos sobre internet que os empreendedores ainda seguem

Veja o que as pequenas empresas ainda acreditam que é bom fazer, mas não dá mais certo quando o assunto é marketing digital

Mulher entra no facebook em laptop
Getty Images
Cada vez mais promissor, o marketing digital pode fazer com que pequenas empresas atinjam um alcance enorme, sem gastar fortunas com publicidade. Mais democrático, os especialistas enxergam este como o meio de divulgação mais poderoso dos próximos anos. O problema é que, como quase tudo na internet, a informalização e o jeitinho reinam.
Com isso, muitos empreendedores não dão a devida importância e acabam criando ações improvisadas, sem métricas nem objetivos bem definidos. Para acabar com os mitos sobre marketing digital, os especialistas Thiago Costa, professor de comunicação e mídias sociais da Faap, e André Siqueira, diretor de marketing e sócio-fundador da Resultados Digitais, falam sobre as principais ideias equivocadas sobre o assunto que muita gente ainda tem.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Seu produto é capaz de revolucionar um mercado?

Panorama confirma cenário positivo, com novos fundos chegando em busca de startups com projetos inovadores.



























No último mês, o perfil dos negócios realizados por fundos de private equity e venture capital seguiram a mesma tendência que foi apresentada no primeiro semestre do ano, ou seja, um foco especial em empresas de internet e de tecnologia. Além disso, fundos brasileiros realizaram novos aportes de capital e novos fundos estrangeiros anunciaram sua chegada ao Brasil, o que confirma as boas perspectivas para este segundo semestre do ano.

Um bom exemplo foi o aporte de capital no valor de R$ 1 milhão recebido pela startup Sonoma (www.sonoma.com.br) que oferece serviços de curadoria de vinhos e gastronomia pela internet. O aporte foi realizado pelo fundo de venture capital norte-americano 500Startups (http://500.co) em conjunto com um grupo de investidores anjo. O modelo de negócios da startup é o de "venda privada", em que oferece aos seus membros seleções semanais negociadas diretamente com produtores, em quantidades limitadas e com preços especiais. O fundo 500Startups além de prover capital semente, entre US$ 25 mil e US$ 250 mil, também atua como uma aceleradora de startups. Seu foco são empresas de internet com inovação para a experiência do usuário. 

No segmento de tecnologia, a empresa Easy Food (www.easyfood.com.br), recebeu um aporte de capital de R$ 2,3 milhões do fundo NascenTI, gerido pela brasileira Confrapar, que é destinado a investimentos em startups do segmento de tecnologia. A Easy Food desenvolveu um software que permite gerenciar a alimentação de crianças nas escolas. 

O cenário para os empreenderores com projetos inovadores e capazes de revolucionar o mercado, especialmente nas áreas de mobilidade urbana, mídia e financeira, é de otimismo. Uma boa razão é a chegada ao Brasil da norte-americana Mason Square Capital (www.mason2cap.com), que veio oferecer capital semente e venture capital para estes tipos de projetos. 

Para se ter uma idéia, o primeiro projeto local em operação da Mason Square Capital é o iCab2go (www.icab2go.com), uma plataforma de serviços móveis que utiliza o potencial da geolocalização para melhorar a experiência de pedir um táxi. Projetos como o iCab2go, são um ótimo exemplo de tecnologias disruptivas, que normalmente apresentam grande escalabilidade e são atrativos para investidores. A EasyTaxi (www.easytaxi.com.br)por exemplo, acaba de receber um segundo aporte de capital do fundo alemão Rocket Internet, no valor de R$ 30 milhões. O primeiro aporte foi de R$ 10 milhões em outubro de 2012. Na sua página a EasyTaxi afirma que sua missão é diminuir em até 4x o custo do táxi para o passageiro.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Trabalho é a tarefa, não o local, diz livro de home office

Obra traz dicas sobre como ser tão produtivo em casa, quanto se você estivesse na sede de sua empresa

André e Marina Brik, autores do livro "Trabalho Portátil – Produtividade, economia e qualidade de vida no home office das empresas"
Alessandra Okazaki/Divulgação

Em 2003 André Brik deixou o emprego em uma agência de publicidade e, para manter a renda, começou a trabalhar de casa.  A partir daí, o que era para ser provisório virou rotina. “Percebi que para os clientes não fazia diferença se eu estava em casa ou no escritório, porque o trabalho era entregue com qualidade. E também eu tinha uma economia que era até mesmo repassada para os meus preços”, conta.
Brik começou a pesquisar sobre home office na internet, mas não encontrou muita coisa. Comprou então vários livros estrangeiros sobre o assunto, traduziu e sintetizou o conteúdo e estabeleceu a Brik mkt+design, uma empresa que hoje atende o Brasil inteiro, a partir de seu home office. 
Em 2006, sua esposa, a jornalista Marina Brik, percebeu que o negócio estava dando certo e decidiu também trabalhar de casa. Foi aí que ela fundou a agência de comunicação institucional Jornalismo Corporativo e, junto com o marido, criou o portal GoHome, que reúne informações, dados e depoimentos sobre home office.  No próximo dia 15, o casal lança o livro Trabalho Portátil - Produtividade, economia e qualidade de vida no home office da empresa. 
A obra é a segunda do casal. Em 2011 André e Marina escreveram “As 100 dicas do home office: um guia básico para montar o seu escritório em casa”. “Percebemos que muita gente nos procurava para pedir informações que já estavam no GoHome, então compilamos tudo no livro”, diz Brik.  
Trabalho portátil é fruto do instituto homônimo, que presta consultorias sobre home office, criado em 2013. A obra esclarece desafios e reúne dicas de como oferecer o benefício nas empresas e aponta qual o perfil de um colaborador propenso a trabalhar melhor sem sair de casa e como os gestores podem identificá-lo. 
Sem o chefe mandar
“Para dar resultado, é preciso selecionar as pessoas certas para as atividades adequadas. A pessoa que vai trabalhar em casa deve ser disciplinada, organizada, não ser movida a chefe. O home office não é pra todo mundo. Cerca de 20% das pessoas voltam para o escritório seis meses depois de abandoná-lo”, conta André Brik.
De acordo com uma pesquisa do instituto canadense Ekos, citada no livro, a opção de trabalhar em casa tem 33% mais força na hora de atrair ou reter um talento, do que um aumento na remuneração. As vantagens são várias: qualidade de vida, mais tempo para passar com a família, possibilidade de resolver problemas só solucionáveis em horário comercial, menos tempo no trânsito e até diminuição da poluição. Apesar disso, nem tudo é positivo no home office – basta lembrar o caso do Yahoo!, que recentemente decidiu cortar o benefício e mandar todos os funcionários de volta  aos escritórios. 
“O gestor precisa ter uma comunicação direta e sistemática para conseguir alinhar os projetos sem aquele momento em que ele esbarra no colaborador no cafezinho e complementa uma ideia. É também necessário haver reuniões presenciar pelo menos a cada 15 dias”, afirma André.
REPRODUÇÃO
A ideia central do livro é: “trabalho é algo que se faz e não um lugar para onde se vai”. “É preciso haver uma quebra de paradigma. Home office não é mais uma questão de tendência, mas sim uma necessidade para empresas de qualquer porte”, ressalta Marina Brik. 
A introdução de “Trabalho portátil” foi escrita pelo sociólogo e escritor italiano Domenico de Masi, autor dos livros “O ócio criativo” e “O futuro do Trabalho”, que também assina um anexo da obra. 
O lançamento será no dia de 15 de agosto, às 20h, pela internet “para mostrar que as coisas podem ser feitas remotamente”, diz André Brik. Haverá um bate-papo ao vivo com os autores, direto de Curitiba. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Startup quer oferecer internet de 1 Gbps por US$ 65

Por enquanto, a internet super-rápida da OneGigabit está disponível apenas na região central de Vancouver, no Canadá

Pessoa usando internet

Uma nova startup canadense, baseada em Vancouver, está começando um plano ambicioso. Batizada com o sugestivo nome de OneGigabit, a provedora de internet deve oferecer aos locais conexões de fibra óptica com velocidade de 1 Gbps – e por 65 dólares ao mês, pouco mais de 130 reais.
Uma conexão assim é suficiente para fazer o streaming de cinco vídeos em alta definição ao mesmo tempo ou mesmo baixar um filme de 14 GB em cerca de dois minutos. Além disso, com uma internet tão rápida, a velocidade de transferência de dados pela web chega a ser maior do que a de escrita em um disco rígido. Os dados são do Google, que começou a oferecer recentemente, em Kansas City, planos de internet de 1 Gbps por 70 dólares.
A tarefa da OneGigabit não vai ser fácil, dadas as dificuldades e os altos investimentos que envolve implantar redes de fibra óptica. Há ainda diversas estruturas antigas em Vancouver, que apenas colaboram para tornar a obra ainda mais complicada. Segundo o site CBC News, apenas 2% dos prédios da cidade já têm redes do tipo instaladas, e são, em sua maioria, grandes construções comerciais, de escritórios.
No entanto, a startup, junto com investidores, planeja negociar diretamente com os donos e gerentes de locais. Assim, espera dividir os custos de instalação e manutenção de redes de fibra óptica.
Além disso, para evitar que estruturas mais antigas sejam danificadas, a OneGigabit pretende trabalhar com transmissores de micro-ondas colocados no topo das construções. Funcionando de forma parecida com os usados por operadoras de celular, as pequenas antenas transmitiriam o sinal de internet de prédio em prédio.
Por enquanto, a internet super-rápida da OneGigabit está disponível apenas na região central de Vancouver, no Canadá. Se tudo correr como planejado, o território coberto deve se expandir ao longo dos próximos meses. Sair do país, no entanto, não deve estar nos planos da empresa, mas o modelo de negócio, quem sabe, pode ser aproveitado por aqui.

terça-feira, 2 de julho de 2013

A tentação das redes Wi-Fi abertas e os riscos para seus dados

Ninguém resiste a um Wi-Fi público, especialmente para mandar um email urgente para o escritório. Entenda os riscos e aprenda a evita-los.

Você provavelmente já leu ao menos um artigo alertando para os perigos inerentes ao uso de uma conexão Wi-Fi pública, então sabe que os malfeitores são capazes de interceptar as informações que trafegam por estas redes. É relativamente fácil capturar informações “sensíveis” trafegando na vasta maioria dos hotspots públicos - em locais como cafés, restaurantes, aeroportos e hotéis, entre outros, e obter endereços de e-mail, senhas e ler mensagens não criptografadas, e até se apossar de informações de login em sites populares.
Mas não há forma mais eficiente de entender o perigo do que presenciar uma interceptação em tempo real. Portanto, fui até um café na minha vizinhança disposto a “bisbilhotar” para ver o que conseguiria encontrar. Minha intenção não era “hackear” o computador ou smartphone de ninguém - isso é ilegal. O que fiz é similar a escutar a conversa entre dois radioamadores ou pessoas usando um walkie-talkie na vizinhança. Assim como estes aparelhos, as redes Wi-Fi operam em frequências de rádio públicas que podem ser “sintonizadas” por qualquer um nas proximidades
Ao chegar no café abri meu notebook e comecei a capturar os dados trafegando pela rede Wi-Fi, tecnicamente chamados de “pacotes”, usando uma versão de demonstração gratuita de um software para análise de redes Wi-Fi. Os pacotes surgiam na minha tela em tempo real, muito mais rápido do que eu poderia ler, então parei a captura após alguns minutos pra ver o que havia “caído na rede”.
Primeiro procurei por pacotes contendo código HTML, para ver quais sites os outros usuários do hotspot estavam visitando. Embora eu tenha visto atividade dos outros clientes, não capturei nada muito interessante. Então visitei meu próprio site, www.egeier.com, em meu smartphone. Os pacotes “brutos” com código HTML pareciam “lixo”, mas o analisador de rede foi capaz de reconstruir a informação e exibí-la como uma página web comum. A formatação estava um pouco errada, e algumas imagens estavam faltando, mas ainda assim o resultado continha informação suficiente.
Ao usar meu notebook para me conectar ao meu próprio servidor FTP, consegui capturar os pacotes contendo meu nome de usuário e senha. Detalhes que permitiriam que qualquer malfeitor nas redondezas ganhasse acesso ilimitado aos meus sites.
Os computadores não são os únicos adequados a esse tipo de espionagem. Também rodei um app chamado DroidSheep em um smartphone Android com “root”. Este app pode ser usado para ganhar acesso a contas em serviços web populares como o GMail, LinkedIn, Yahoo e Facebook.
Felizmente há formas de proteger sua atividade online enquanto você está por aí com seu notebook, tablet ou smartphone. Veja algumas para se manter seguro

1) Sempre que fizer login em um site, certifique-se de que a conexão é criptografada. A URL da página de login deve começar com HTTPS em vez de HTTP.

2) Certifique-se de que a conexão continue sendo criptografada durante toda a sessão. Alguns sites, entre eles o Facebook, criptografam o login mas depois lhe redirecionam para uma sessão insegura, deixando-o vulnerável às práticas que já descrevemos.

3) Muitos sites lhe dão a opção de criptografar toda a sessão. No Facebook você pode fazer isso habilitando o item Navegação Segura em Configurações de Segurança. Uma boa forma de garantir estes três primeiros itens é usando uma extensão para o navegador como a HTTPS Everywhere da Electronic Frontier Foundation, que força automaticamente o uso de conexões HTTPS sempre que possível.

4) Ao checar seu e-mail, faça o login usando o navegador e certifique-se de que a conexão é criptografada. Se você usa um cliente de e-mail como o Outlook, verifique as configurações veja se a criptografia está habilitada nas contas POP3, IMAP e SMTP.
5) Nunca use o FTP, ou outros serviços que você sabe que não são criptografados
6) Para criptografar sua navegação web e outras atividades online, use uma VPN (Virtual Private Network - Rede Virtual Privada).




sexta-feira, 7 de junho de 2013

Anatel aprova medidas para viabilizar políticas de inclusão digital

Foto:Sede da Anatel Sinclair Maia/Divulgação
O Conselho Diretor da Anatel aprovou hoje, em sua reunião, o novo Regulamento do Serviço Privado (SLP), que tem como finalidade viabilizar a implementação de políticas públicas de inclusão digital, estimulando, em especial, o programa Cidades Digitais, coordenado pelo Ministério das Comunicações.  
O novo regulamento contribuirá para a ampliação da oferta de conexão à internet por parte das redes da administração pública direta ou indireta nas esferas federal, estadual, distrital e municipal, bem como de entidades sem fins lucrativos.  
A nova regulamentação unifica sob um mesmo regime 15 serviços e simplifica os procedimentos para a obtenção das autorizações, facilitando a implementação de políticas públicas de inclusão digital pelos órgãos públicos e entidades sem fins lucrativos.  
A autorização do SLP custa R$ 400,00 e permite a oferta de aplicações relacionadas a comunicação de dados, sinais de áudio e vídeo, de voz e de texto para uso do próprio autorizado ou para atendimento a determinados grupos de usuários selecionados por ele.  
Com a autorização do SLP, os interessados podem implantar infraestrutura de conexão de rede com o objetivo de melhorar a gestão e o acesso da comunidade a diversos serviços de telecomunicações.  
Na administração pública, possibilita a implantação de aplicativos de gestão para os setores financeiro, tributário, de saúde e educação; a capacitação de servidores públicos; o acesso da população aos serviços de governo eletrônico e a ampliação de pontos de acesso público à internet em praças, rodoviárias ou outros espaços.  

Para acessar o link com as novas regulamentações da Anatel é só clicar aqui